FEBRE AMARELA

A Febre Amarela é uma doença viral aguda causada pela picada do mosquito contaminado pelo flavovirus da febre amarela. Ela só é transmitida pela picada da fêmea do mosquito do gênero Haemagogus, em áreas rurais e Aedes Aegypti em áreas urbanas.

A febre amarela é dividida em dois tipos:

  1. Febre amarela silvestre– quando a infecção corre nas regiões de floresta e serrado. Esta forma é transmitida pelos mosquitos do gênero Haemagogus.

  2. Febre amarela urbana– quando a infecção ocorre na grandes cidades e áreas urbanizadas. Esta forma é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite dengue.

A doença é a mesma, essa divisão é apenas para fins epidemiológicos e sendo assim, as manifestações clínicas da doença são iguais, bem como sua evolução. Continue lendo

ANVISA APROVA VACINA MAIS EFICAZ CONTRA O HPV

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou essa semana uma vacina mais eficaz contra o papilomavírus humano (HPV). O imunizante, chamado de Gardasil 9, inclui os subtipos 31, 33, 45, 52 e 58 do HPV, além dos subtipos 6, 11, 16, 18 que existiam na versão anterior do produto.

Isso significa que ela aumenta a proteção contra o vírus ao aumentar de quatro para nove subtipos do vírus HPV, associados ao desenvolvimento câncer de útero, vulva, vagina e ânus. Continue lendo

POLIOMIELITE – PARALISIA INFANTIL

A doença Poliomielite, também chamada de  paralisia infantil é uma doença infecciosa viral aguda transmitida de pessoa a pessoa, principalmente pela via fecal-oral.

A poliomielite é uma doença causada por um enterovírus, denominado poliovirus (sorotipos 1, 2 e 3).  É mais comum em crianças (“paralisia infantil”), mas também ocorre em adultos. A transmissão do poliovírus “selvagem” pode se dar de pessoa a pessoa através de contato fecal-oral, o que é crítico em situações onde as condições sanitárias e de higiene são inadequadas. Crianças de baixa idade, ainda sem hábitos de higiene desenvolvidos, estão particularmente sob risco. O poliovírus também pode ser disseminado por contaminação fecal de água e alimentos.

É uma doença infecto-contagiosa aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. No Brasil, não há circulação de poliovírus selvagem desde 1990, em virtude do êxito da política de prevenção, vigilância e controle desenvolvida pelos três níveis do Sistema Único de Saúde (SUS), porém houve o surgimento de casos agora em 2017. Continue lendo

ESTUDO REVELA QUE SÊMEM HUMANO PODE CONTER ATÉ 27 TIPOS DIFERENTES DE VÍRUS

Um estudo revelou que esses microrganismos podem estar presente no sêmen de pessoas infectadas, mas, segundo os cientistas, ainda não foi comprovado que eles causam infecção ou desenvolvimento da doença quando contraídos em relações sexuais. 

O sêmen humano pode conter 27 vírus diferentes, sugere um estudo que será publicado na edição de novembro da revista científica Emerging Infectious Diseases. Em 2017, outras pesquisas já haviam indicado que o zika vírus e o ebola poderiam ser transmitidos pelo contato sexual desprotegido – além do já conhecido HIV, causador da Aids.

Porém, o novo estudo sugere que a lista de vírus presentes no sêmen pode ser maior do que os cientistas imaginavam, mesmo que nem todos causem, necessariamente, uma infecção que leve ao desenvolvimento da doença. Segundo os pesquisadores, a nova relação, que foi baseada em análise da literatura, inclui os causadores da dengue, meningite, algumas doenças respiratórias, rubéola, gripe e outros. Continue lendo

DOENÇAS VIRAIS: HEPATITE G

A hepatite G foi à hepatite descoberta mais recentemente (em 1995) e é provocada pelo vírus VHG que se estima ser responsável por 0,3 por cento de todas as hepatites virias. Desconhecem-se, ainda, todas as formas de contágio possíveis, mas sabe-se que a doença é transmitida, sobretudo, pelo contato sanguíneo.

O VHG é um RNA virus, da familia Flaviridae, de envelope lipidico, que apresenta diferentes genótipos. A infecção pelo HGV pode ocorrer simultaneamente à infecção pelo VHC (Hepatite C).

O VHG apresenta 27% de homologia como vírus da hepatite C, oferecendo assim, a possibilidade de ser estudado em modelos experimentais para o desenvolvimento da vacina para hepatite C, bem como de novas formas de tratamento da hepatite C.

Apesar dessa similaridade com o VHC, o VHG é um vírus basicamente linfotrópico, ou seja, o replica-se preferencialmente nos linfócitos, e muito raramente nos hepatócitos; ao contrário do hepatotropismo típico do vírus da hepatite C.

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DOR DE GARGANTA: VIRAL OU BACTERIANA?

A dor de garganta, ou faringite, é uma inflamação que costuma causar dor, irritação, coceira e desconforto na região da faringe

A dor de garganta também pode ser provocada por uma inflamação das amígdalas, quadro que chamamos de amigdalite. Quando ambos estão inflamados, amígdalas e faringe, situação muito comum, dizemos que o paciente tem uma faringoamigdalite.

No geral, as dores de garganta podem ser ocasionadas por infecções virais e bacterianas, onde o tratamento e a evolução dos sintomas são diferentes.

A diferença essencial entre uma infeção viral e uma bacteriana, na garganta, é a forma de desenvolvimento da doença no seu organismo. Deve ter em conta que as bactérias são organismos de uma só célula e que se multiplicam. Os vírus, por sua vez, não se dividem, mas invadem uma célula e apoderam-se dela, usando isso como meio de se multiplicar.

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RUBÉOLA: RISCO PARA CRIANÇAS E PERIGO PARA GRAVIDAS

A rubéola  é uma doença viral causada por um togavírus que se transmite por via respiratória. Seus principais sintomas são muito parecidos com outras doenças virais comuns na infância, como sarampo e caxumba.

E uma infecção altamente contagiosa, que costuma acometer crianças. A rubéola é habitualmente uma infecção benigna, mas que pode causar sérias complicações se adquirida durante a gravidez.

Costuma causar febre e manchas avermelhadas pelo corpo, chamadas de rash. O homem é o único hospedeiro deste vírus.

A rubéola é uma doença que vem se tornando cada vez menos comum, principalmente após a intensificação das campanhas de vacinação nos últimos anos.

Em 29 de abril de 2015, o escritório da Organização Mundial da Saúde em Washington, DC, declarou a América oficialmente uma região livre de transmissão endêmica de rubéola.

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