DEPENDÊNCIA QUÍMICA A OPIÓIDES: CONSIDERAÇÕES

Os opioides são os fármacos de escolha para o alívio da dor aguda e dor oncológica intensa. Também têm sido utilizados no tratamento de diversas síndromes dolorosas crônicas não oncológicas.

Embora seu uso para dor crônica não oncológica seja controverso, há evidências crescentes benéficas em algumas populações de pacientes. O grande temor do uso prolongado de opioides para esses pacientes é que, apesar de promover excelente efeito analgésico, há aumento substancial do risco da principal complicação que é o vício.

Para reduzir o risco e obter melhor efeito dos opioides é necessário que os profissionais administrem o medicamento de forma consciente, com indicações precisas, fazendo avaliações periódicas. O uso prolongado de opioides provoca inúmeras alterações celulares responsáveis pelo desenvolvimento de três fenômenos clínicos: Continue lendo

POR QUE O CIGARRO VICIA?

Há controvérsias sobre a origem do cigarro. Suas formas mais antigas foram atestadas na América Central por volta do século IX na forma de cachimbos feitos de bambu. Os maias e posteriormente os astecas, fumavam várias drogas psicoativas durante rituais religiosos que eram frequentemente retratados em cerâmicas e gravuras em seus templos. No Caribe, México e nas Américas Central e do Sul, o cigarro e o charuto eram o método mais comum para se fumar até tempos recentes.

No Brasil, o tabaco foi introduzido possivelmente através da migração de tribos. Os portugueses tomaram conhecimento da droga quando mantiveram contato com os índios.

Na combustão do tabaco produzem-se milhares de substâncias que são transportadas pelo fumo até aos pulmões. Estas substâncias atuam principalmente sobre o aparelho respiratório, mas algumas delas são absorvidas passando para a corrente sanguínea a partir da qual atuam sobre o organismo.

Tais substâncias podem agrupar-se do seguinte modo: Continue lendo

RISCO DO USO INDISCRIMINADO DOS DESCONGESTIONANTES NASAIS

Aparentemente inofensivos e milagrosos, os descongestionantes nasais atuam nos vasos sanguíneos da mucosa nasal.

O uso desse medicamento só é indicado em casos agudos, como gripes, e por um curto período.

Vendido sem receita médica, o descongestionante nasal torna-se item indispensável para muitas pessoas porque contém substâncias, como nafazolina, fenoxazolina e oximetazolina, que causam dependência.

 Eles aumentam o espaço de fluxo de ar no nariz e são indicados em casos agudos de gripes, resfriados e sinusopatias em um curto período de três a cinco dias.

Mas para muitas pessoas, toda vez que o tempo muda, é quase instintivo recorrer aos descongestionantes nasais. Somado ao frio, há a seca, que vem acompanhada de poeira, bactérias, ácaros e outros visitantes indesejados que pioram consideravelmente a vida dos alérgicos. O medicamento, embora traga alívio imediato ao nariz entupido, não é tão benéfico quanto parece.

Veja algumas curiosidades:

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