VÍRUS DA FEBRE AMARELA DETECTADO PELA 1ª VEZ EM URINA E SÊMEN DE PACIENTE

Um grupo de cientistas brasileiros conseguiu detectar o RNA do vírus da febre amarela – isto é, seu material genético – na urina e no sêmen de um paciente com a doença. De acordo com os autores da nova pesquisa, a descoberta poderá ser útil para aprimorar os testes diagnósticos da doença.

O RNA do vírus é normalmente detectado no sangue de pacientes infectados, mas até agora não havia sido observado no sêmen e na urina. A nova pesquisa teve seus resultados publicados na “Infectious Diseases”, revista científica dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) do governo dos Estados Unidos.

“Nossos resultados sugerem que o sêmen pode ser um material clínico útil para o diagnóstico da febre amarela e indica a necessidade de realizar testes de urina e coletar amostras de sêmen de pacientes com a doença em estágio avançado”, diz o artigo. Continue lendo

DIABETES INSIPIDUS

O diabetes insipidus é um distúrbio no qual há uma produção de grandes volumes de urina, devido a uma diminuição da reabsorção da água nos túbulos renais.

A doença não está relacionada ao diabetes mellitus ou com a quantidade de açúcar (glicose) no sangue.

A micção frequente e em grande quantidade chama-se poliúria e ocorre quando há diminuição da ação do hormônio antidiurético (ADH), que é o hormônio que controla a quantidade de água que os rins eliminam. Sem o estímulo do ADH, os rins não reabsorvem a água filtrada e o paciente acaba por urinar com grande frequência.

A doença é rara e se caracteriza pela deficiência do hormônio antidiurético ou pela incapacidade dos túbulos renais de responder a ele, o que leva à excreção de grandes quantidades de urina muito diluída e à sede pronunciada. Esta diluição não diminui quando a ingestão de líquidos é reduzida, denotando a incapacidade renal de concentrar a urina. O hormônio antidiurético é produzido no hipotálamo e liberado pela neurohipófise e determina, em parte, o modo como os rins removem, filtram e reabsorvem fluidos da corrente sanguínea. Quando ocorre a falta desse hormônio ou quando os rins não podem responder a ele, os fluidos passam direto pelos rins e são eliminados pela urina. É assim que uma pessoa com diabetes insipidus perde muito líquido e sente muita sede.

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