NOVO TESTE RÁPIDO PARA ZIKA

Pesquisadores da New York University, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo um novo teste para o zika, capaz de detectar o teste em minutos – a exemplo do teste já desenvolvido no Brasil, no Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

A diferença é que a estratégia usou o mesmo princípio utilizado em testes rápidos para o HIV – que já é vendido em farmácias.

Em dois trabalhos científicos publicados nesta semana no “PLos One” e no “Journal of Visualized Experiments” (JoVE), cientistas demonstraram que adaptações permitiram que o exame também detectasse o zika. Continue lendo

TESTE RÁPIDO DE HIV: ONDE FAZER E COMO FUNCIONA?

Cerca de 135 mil pessoas estão infectadas com HIV no Brasil e não sabem. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016, aproximadamente 840 mil pessoas viviam com o vírus. Desse total, 694 mil estavam diagnosticadas; sendo que 498 mil já haviam iniciado o tratamento.

Proporcionalmente, o número de brasileiros diagnosticados aumentou em 18% em 4 anos, passando de 71%, em 2012, para 84%, em 2016. Apesar desse aumento, o Governo do Brasil tem reforçado iniciativas para garantir o diagnóstico e o acesso ao tratamento contra o vírus. Neste ano, por exemplo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou o primeiro autoteste para tiragem do HIV e o País se tornou o primeiro da América Latina a disponibilizar o produto em farmácias.

Outra iniciativa é o teste rápido oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Qualquer pessoa pode realizá-lo de forma anônima.  Continue lendo

TESTE RÁPIDO PARA ZIKA

O procedimento, desenvolvido pela Fiocruz Biomanguinhos e pela empresa norte-americana Chembio, identifica, em 20 minutos, se a pessoa tem ou já teve a doença. Em entrevista ao portal Uol, o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, afirmou que o kit diagnóstico deve estar disponível no SUS em até um mês. “O Brasil vai poder agora dizer algo que é fundamental, determinar os casos que são ou não zika.”

Três tipos de testes são capazes de detectar o vírus, mas apenas o chamado PCR está disponível na rede pública de sáude. O ministério anunciou, no fim de outubro, a distribuição de 2 milhões de kits até o final deste ano e mais 1,5 milhão até fevereiro de 2017. Enquanto isso, muitas mulheres só sabem que foram infectadas com o Zika depois do nascimento do bebê.

Segundo o professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Diretor do Hospital Geral Roberto Santos, Antônio Raimundo, existe uma subnotificação do número de casos no Brasil, já que é complicada a realização dos testes.  “A grande dificuldade é o exame em si. Nós tivemos muitos problemas com o RTPCR, um exame muito caro e que você precisa fazer três vezes”. O infectologista Antônio Bandeira também se queixa de dificuldades. “Infelizmente, a gente tem o Aedes Aegypti transmitindo esses três vírus e tem que ter sistemas melhores de diagnóstico.

Continue lendo