MITOS SOBRE SÍFILIS

A sífilis é uma enfermidade sistêmica, exclusiva do ser humano, conhecida desde o século XV, e seu estudo ocupa todas as especialidades médicas.

Tem como principal via de transmissão o contato sexual, seguido pela transmissão vertical para o feto durante o período de gestação de uma mãe com sífilis não tratada ou tratada inadequadamente. Também pode ser transmitida por transfusão sanguínea.

A apresentação dos sinais e sintomas da doença é muito variável e complexa. Quando não tratada, evolui para formas mais graves, podendo comprometer o sistema nervoso, o aparelho cardiovascular, o aparelho respiratório e o aparelho gastrointestinal.

Embora o tratamento com penicilina seja muito eficaz nas fases iniciais da doença, métodos de prevenção devem ser implementados, pois adquirir sífilis expõe as pessoas a um risco aumentado para outras IST’s, inclusive a Aids. Continue lendo

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS MAIS COMUNS NA POPULAÇÃO BRASILEIRA

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos.

São transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.

O tratamento das pessoas com IST melhora a qualidade de vida e interrompe a cadeia de transmissão dessas infecções. O atendimento e o tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS. Continue lendo

SÍFILIS: VAMOS FALAR SOBRE ISSO

A Sífilis é uma doença sistêmica causada por Treponema pallidum, caracterizada por três fases clínicas sequenciais e sintomáticas separadas por períodos de infecção latente assintomática.

O T. pallidum é uma espiroqueta que não pode sobreviver muito tempo fora do corpo humano. Na sífilis sexualmente adquirida, o T. pallidum entra pelas membranas mucosas ou pela pele, alcança os linfonodos regionais dentro de horas e rapidamente se dissemina ao longo do corpo.

A infecção geralmente é transmitida por meio de contato sexual (incluindo genital, orogenital e anorretal), mas pode ser transmitida não sexualmente por contato cutâneo ou transplacentário (Sífilis congênita). O risco de transmissão é de aproximadamente 30% com um único encontro sexual com uma pessoa com sífilis primária e de 60 a 80% de uma mãe infectada para o feto. Infecção anterior não confere imunidade contra reinfecção. Continue lendo

BEIJO DE CARNAVAL: ALERTA E PREVENÇÃO

A prática de beijar várias pessoas é relativamente comum no carnaval do Brasil e apesar de ser o encanto de várias ao redor do mundo, tem sim, um lado negativo que deve ser levado em consideração.

De maneira geral, bactérias, vírus e fungos que estejam presentes na saliva podem ser transmitidos pelo beijo e levar a certas complicações uma vez que o cansaço, as horas de pouco sono, bebidas alcoólicas e alimentação incorreta podem afetar sua imunidade.

Assim, a combinação de vários dias sem descanso adequado, debaixo de sol intenso, sem hidratação e alimentação equilibradas, condições presentes aos adeptos das festas de carnaval, diminui a imunidade do corpo e a pessoa fica mais suscetível a doenças.

Veja quais são as principais doenças que podem ser transmitidas pelo beijo e quais medidas de prevenção podem ser adotadas:

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SÍFILIS NA GRAVIDEZ: PERIGO OCULTO

gravidezO problema é preocupante em qualquer fase da vida. E fica ainda pior quando vem à tona na gestação. Afinal, a doença existe na forma congênita (transmitida pela corrente sanguínea da mãe para a criança), com taxas variando entre 70% e 100% em mulheres não tratadas em fase recente (menos de um ano de duração) da infecção. “A contaminação pode ocorrer em qualquer fase da gravidez”, alerta a ginecologista Silvia Morandi El Faro, de São Paulo.

As consequências de não fazer o diagnóstico e deixar de tratar a gestante em tempo oportuno são o aumento dos riscos de retardo do desenvolvimento do neuropsicomotor do bebê, surdez, cegueira, malformações ósseas, entre outras, com mortalidade em torno de 40% nas crianças infectadas. Ainda pode acontecer de o bebê nascer aparentemente saudável, desenvolvendo sinais clínicos graves algum tempo depois. Continue lendo

O BRASIL VIVE UMA EPIDEMIA DE SÍFILIS?

Uma doença que pode passar despercebida por muitos anos nas pessoas adultas é capaz de causar problemas sérios ao bebê em formação dentro do útero. A sífilis é silenciosa, mas merece bastante atenção – especialmente porque o número de infectados vem crescendo no Brasil.
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Nos últimos cinco anos, a doença avançou de uma forma nunca vista. A taxa de bebês com sífilis congênita em 2015 foi de 6,5 casos a cada mil nascidos vivos – 13 vezes mais do que é tolerado pela Organização Mundial de Saúde e 170% a mais do que o registrado em 2010. Continue lendo