PRURIDO ANAL

A coceira (prurido) ao redor parte externa do ânus, seja na pele ou no orifício, é chamada de prurido anal. Está geralmente não está ligado a nenhum problema sério de saúde, porém é importante ficar alerta a sinais importantes.

Na maioria das vezes, os médicos não identificam um distúrbio específico causador do prurido anal e este desaparece sem tratamento após um período. A maioria das outras causas de prurido anal são devidas a questões de higiene. Apenas alguns poucos casos são causados por um distúrbio específico, como infecção por oxiúros (enteróbios vermiculares) ou fungos. Entre as causas específicas, apenas causas raras como, por exemplo, doença inflamatória intestinal e câncer da pele ao redor do ânus são consideradas graves.

Uma higiene inadequada pode provocar prurido anal, pois deixa resíduos de fezes e suor que irritam a pele anal. Mais comumente, apenas a limpeza exagerada, geralmente com lenços sanitários e sabonetes fortes, pode ressecar ou irritar a pele ou, ocasionalmente, causar uma reação alérgica. A quantidade e a qualidade de pelos no local também pode causar prurido, bem  como processo de depilação e variações hormonais. Continue lendo

ENTEROBIUS VERMICULARIS (OXIÚRUS)

O verme parasita Enterobius vermicularis (Oxiúrus), causa a doença chamada Enterobíase/Enterobiose ou Oxiurose/Oxiuríase, uma infecção do intestino humano.

É uma das doenças parasitárias mais comuns do mundo, sendo frequente mesmo em países desenvolvidos, atingindo cerca de 11-21% da população por ano, sendo mais comum em crianças pequenas, mas que também acomete adultos.

Enterobius vermicularis é um helminto nematódeo (verme) de forma cilíndrica e cor branca, que mede cerca de 1 cm. Provoca uma verminose intestinal cujo principal sintoma é a uma coceira anal, geralmente intensa e com predomínio noturno, o que costuma atrapalhar o sono dos indivíduos acometidos.

O ser humano é o único hospedeiro natural do oxiúrus, e sua infecção ocorre em todos os países e grupos socioeconômicos. A enterobíase pode surgir em qualquer idade, mas é observada com maior frequência entre as crianças em idade escolar de 5 a 10 anos, sendo relativamente rara em crianças com menos de 2 anos de idade. Continue lendo