PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE CORONAVÍRUS E A COVID-19

A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus de nome SARS-CoV-2, vírus causador de problemas respiratórios, em humanos, que tem causado a pandemia que enfrentamos em 2020.

Caso você se sinta doente, com sintomas de gripe, evite contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos e fique em casa por 14 dias. Ligue para os canais de ajuda 136 / 192 / 193 e procure orientações. Caso um dos sintomas apresentados pelo doente seja falta de ar, procure imediatamente um hospital de referência.

Caso tenha dúvidas sobre o tema, apresentamos algumas perguntas e respostas abaixo e se mesmo assim ainda tiver dúvidas, entre em contato conosco, por e-mail ou deixando uma mensagem nos comentários.

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PRINCIPAIS DÚVIDAS AO SE FAZER EXAMES LABORATORIAIS

Exames de sangue, fezes e urina incluem a lista de exames laboratoriais que todos os seres humanos algum dia farão em suas vidas, seja para a investigação de alguma enfermidade, seja para checar a saúde geral do indivíduo.

Sequência de ações dentro de um laboratório onde são realizados exames laboratoriais inicia-se com a coleta do material a ser analisado e termina com a emissão de um laudo diagnóstico.

A fim de sanar as principais dúvidas que paciente possa ter antes de fazer seus exames, veja abaixo uma lista de perguntas e respostas sobre as principais dúvidas ao se fazer exames laboratoriais. Continue lendo

MALÁRIA – RESPONDENDO ALGUMAS PERGUNTAS

A malária é uma doença febril, transmitida pela picada de um mosquito infectado pelo Plasmodium, um parasita. No Brasil, a principal forma da doença é a vivax, mais branda, que oferece pouco risco de morte, ao contrário da forma mais comum nos países africanos. Por aqui, 99% dos casos são registrados na Amazônia.

Os maiores aumentos de casos de malária no Brasil ocorreram no Pará (153%), em Amazonas (65%) e em Roraima (56%). Embora grande parte do território desses Estados apresente casos de malária, a situação é grave mesmo em um número muito pequeno de cidades. Apenas 25 municípios concentram 9 de cada 10 casos extras da doença registrados no ano passado. Bagre está no topo da lista, com 6,6 mil casos a mais.

Mas por que a Malária voltou a aumentar no Brasil?

Não há uma explicação definitiva para isso, apenas hipóteses. Uma delas é que a malária está aumentando no mundo todo, não só no Brasil, por algum motivo ainda desconhecido. Continue lendo

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A SINUSITE

A sinusite é uma inflamação na mucosa dos seios paranasais. Estas cavidades normalmente estão cheias de ar, mas quando são bloqueadas por secreções contendo germes como bactéria, vírus ou fungos, pode se desenvolver e causar esta infecção.

A sinusite pode ser causada por uma infeção, alergias, poluição do ar ou problemas estruturais no nariz.  Porém a maior parte dos casos é causada por infecções virais ou bacterianas.

Entre os sinais e sintomas mais comuns estão a produção de muco nasal espesso, nariz entupido e dor na face. Entre outros possíveis sinais e sintomas estão a febre, dores de cabeça, diminuição do olfato, garganta inflamada e tosse. Continue lendo

TESTE RÁPIDO DE HIV: ONDE FAZER E COMO FUNCIONA?

Cerca de 135 mil pessoas estão infectadas com HIV no Brasil e não sabem. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016, aproximadamente 840 mil pessoas viviam com o vírus. Desse total, 694 mil estavam diagnosticadas; sendo que 498 mil já haviam iniciado o tratamento.

Proporcionalmente, o número de brasileiros diagnosticados aumentou em 18% em 4 anos, passando de 71%, em 2012, para 84%, em 2016. Apesar desse aumento, o Governo do Brasil tem reforçado iniciativas para garantir o diagnóstico e o acesso ao tratamento contra o vírus. Neste ano, por exemplo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou o primeiro autoteste para tiragem do HIV e o País se tornou o primeiro da América Latina a disponibilizar o produto em farmácias.

Outra iniciativa é o teste rápido oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Qualquer pessoa pode realizá-lo de forma anônima.  Continue lendo

PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE INFLUENZA H7N9 – GRIPE AVIÁRIA

O vírus influenza A da gripe A (H7N9), foi identificado na China em março de 2013, causando doença grave em seres humanos. Foi a primeira vez que um vírus influenza A aviário de baixa patogenicidade foi associado a resultados fatais para as pessoas. De lá pra cá, inúmeras pessoas acabaram se contaminando com o vírus, este de se desenvolve de forma grave em humanos, causando uma preocupação mundial, dado o risca de uma pandemia.

Veja abaixo algumas questões sobre a Influenza A (H7N9)

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PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE FEBRE AMARELA

O vírus da febre amarela é um arbovírus do género flavivírus e é transmitido pelos mosquitos pertencentes às espécies Aedes e Haemogogus. As diferentes espécies de mosquitos vivem em habitats diferentes – alguns vivem em torno às casas (domésticos), outros na selva (selvagens) e alguns em ambos os habitats (semi-domésticos). Há 3 tipos de ciclos de transmissão:

  • Febre amarela selvática (ou da selva): nas florestas tropicais, os macacos, que são o principal reservatório da febre amarela, são picados por mosquitos selvagens que passam o vírus para outros macacos. Ocasionalmente, os humanos que trabalham ou viajam pela floresta são picados por mosquitos e contraem a febre amarela.

  • Febre amarela intermédia: neste tipo de transmissão, os mosquitos semi-domésticos (os que proliferam tanto na selva como junto das casas) infectam tanto os macacos como as pessoas. O maior contato entre as pessoas e os mosquitos infectados gera uma maior transmissão e muitas aldeias separadas numa determinada zona podem desenvolver surtos em simultâneo. Este é o tipo mais comum de surtos em África.

  • Febre amarela urbana: as grandes epidemias ocorrem quando pessoas infectadas introduzem o vírus em zonas densamente povoadas, com elevada densidade de mosquitos, e onde a maioria das pessoas tem pouca ou nenhuma imunidade, por não estarem vacinadas. Nestas condições, os mosquitos infectados transmitem o vírus de pessoa para pessoa.

Fonte: OMS

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