PERDA DE MEMÓRIA: COMPORTAMENTOS E SINAIS DE ALERTA

A perda de memória, principalmente a de curto prazo, deve ser tratada como um sinal de alerta a ser investigada, uma vez que ela pode ser o primeiro sinal visível para a doença de Alzheimer.

Por outro lado, não só pessoas mais velhas e idosos sofrem com esse problema que pode afetas todas as idades e pode ter causas comuns e comportamentais tanto quanto causas fisiológicas que precisam de acompanhamento médico.

A memória de curto prazo e a memória de longo prazo são armazenadas em partes diferentes do cérebro. A memória de longo prazo é armazenada em muitas partes do cérebro. Uma parte específica do cérebro (hipocampo) ajuda a classificar informações novas e associá-las a informações semelhantes já armazenadas no cérebro. Esse processo torna memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Quanto mais as memórias de curto prazo são lembradas ou repetidas, mais provável é que se tornem memórias de longo prazo.

Em geral, se a pessoa estiver ciente da perda de memória a ponto de se preocupar com ela, a pessoa não tem demência precoce. Continue lendo

ALZHEIMER: ESCLAREÇA ALGUNS MITOS E VERDADES

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.

A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Não se sabe por que o Alzheimer ocorre, mas são conhecidas algumas lesões cerebrais características dessa doença. As duas principais alterações que se apresentam são as placas senis decorrentes do depósito de proteína beta-amiloide, anormalmente produzida, e os emaranhados neurofibrilares, frutos da hiperfosforilação da proteína tau. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com redução progressiva do volume cerebral. Continue lendo