SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON: O QUE É?

Essa síndrome caracteriza-se por reações mucocutâneas potencialmente fatais causadas por hipersensibilidade a fatores precipitantes diversos, como infecções por vírus, fungos, bactérias, afecções do tecido conjuntivo, tumores malignos, vacinas e diversos fármacos.

A síndrome de Stevens-Johnson é uma reação idiossincrática, ou seja, ocorre raramente, de forma aguda e imprevisível. Ela não é exatamente um efeito colateral do medicamento, pois a reação é imprevisível e ocorre não por um problema específico da droga, mas por uma característica do sistema imunológico do indivíduo.

A descamação da pele é o sinal característico desse quadro clínico. Na síndrome de Stevens-Johnson, há somente áreas pequenas de descamação da pele (que afetam menos de 10% do corpo). A descamação da pele envolve a camada superior inteira da pele (a epiderme), que às vezes descama em camadas de grandes áreas do corpo. Continue lendo

ÁLCOOL E MEDICAMENTOS – PERIGO REAL

O consumo de álcool per capita no Brasil  chegou a 8,9 litros em 2016 e superou a média internacional, de 6,4 litros por pessoa. Com isso, o País figura na 49.ª posição do ranking entre os 193 avaliados. Os dados foram divulgados ontem pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A OMS não vê o consumo do álcool em si como um problema, mas considera que o uso excessivo e a falta de controle em certas situações podem se transformar em ameaça.

Associada a essa situação temos uma alta crescente do uso de medicamentos no Brasil, este que em 2016 chegou à marca de 4,5 bilhões de medicamentos vendidos no Brasil, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA . Continue lendo

CFF FALA SOBRE A MEDIDA PARA EVITAR MEDICAMENTOS COM NOMES SEMELHANTES

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) foi ouvido hoje em reportagem do Bom Dia Brasil – TV Globo, sobre a Orientação de Serviço N° 43/2017, que detalha aspectos na RDC 59/2014 para melhorar a análise técnica feita pelo órgão na liberação dos registros de novos medicamentos.

A orientação traz critérios mais específicos e claros para evitar nomes e pronúncias semelhantes, que podem provocar trocas indevidas de medicamentos. A agência também passa a utilizar sistema informatizado, que permite a comparação automática dos nomes propostos pela indústria com os já existentes no mercado, eliminando a possibilidade de confusão. Continue lendo

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS COMUNS

A interação medicamentosa é aquela que se interfere nos efeitos de um fármaco devido à ingestão simultânea de outro fármaco ou aos alimentos consumidos. Esta interação pode reduzir o efeito de um dos fármacos ou potencializá-lo, o que pode causar efeitos imprevisíveis no tratamento. Todavia, nem sempre esta relação é maléfica.

As interações medicamentosas constituem um dos problemas mais comuns relacionados à utilização de medicamentos. Buscar informações sobre esse problema é essencial para a eficiência do tratamento farmacológico e para evitar prejuízos à saúde gerados pelo uso de medicamentos. Continue lendo

ABUSO DE MEDICAMENTOS: AUTOMEDICAÇÃO NO BRASIL

No geral, quando nós pensamos em abuso de medicamentos, estamos sugestionados a lembrar de substâncias que mexem com a química do cérebro, tais como os antidepressivos, benzodiazepínicos, depressores do sistema nervoso central e etc, uma vez que esses têm tendência a criação de dependência física ou psicológica, porém o perigo não está somente nesses medicamentos. Aquele simples analgésico que se tem em casa, pode ser uma droga de abuso usada por pessoas que não têm consciência de suas consequências.

A maioria dos brasileiros toma remédios sem prescrição médica, colocando a vida em risco. A prática chamada como automedicação é praticada por milhares de pessoas, mesmo aquelas que não têm consciência de que isso pode lhe trazer riscos à saúde.

O problema da automedicação é uma realidade no país. A maioria dos lares tem um pequeno estoque de medicamentos usados comumente para aliviar os sintomas de dor e febre. Porém, o uso desses medicamentos que, aparentemente, não fazem mal algum, pode trazer sérios riscos à saúde. Para os especialistas, os remédios que podem ser comprados sem prescrição médica são mais usados do que as drogas ilícitas. Continue lendo

NÃO ENCONTRO MEU MEDICAMENTO NAS FARMÁCIAS – O QUE DEVO FAZER?

O Brasil tem cerca de 25 mil medicamentos registrados, sendo que desses pelo menos 12 mil foram comercializados em 2016. Isso sem contar os homeopáticos, fitoterápicos, odontológicos, polivitamínicos e produtos notificados.

Mesmo com tantos registros no mercado, em alguns momentos, pacientes e usuários de medicamentos podem ter dificuldade para encontrar o produto de que precisam. Isso pode acontecer por alguns motivos, mas, sempre que o consumidor perceber que um medicamento sumiu do mercado é importante procurar a empresa fabricante para saber o motivo do desabastecimento.

“Se a resposta não for satisfatória, procure a Anvisa para se informar sobre o caso ou fazer uma denúncia.” Continue lendo

PRINCIPAIS ERROS COMETIDOS POR PACIENTE EM TRATAMENTO MEDICAMENTOSO CONTÍNUO

O medicamento é um produto farmacêutico tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico.

O conceito de medicamento como agente de cura já era utilizado pelas civilizações arcaicas da Mesopotâmia e Egito. O termo shêrtu, que aparece nos manuscritos da época, tem significado simultâneo de doença, pecado ou castigo divino.

Estes conceitos influenciaram o entendimento sobre a patologia e a terapêutica durante muitos séculos e persistem, em alguns aspectos, até nossos dias. A própria palavra fármaco teve origem a partir do termo grego pharmak, que significa “aquilo que tem o poder de transladar as impurezas”.

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