RISCOS DO DESCARTE DE MEDICAMENTOS EM LIXO COMUM

O Brasil é o sétimo país que mais consome medicamentos do mundo, mas existe pouca legislação referente ao descarte correto de medicamentos vencidos ou sem uso.

Devido aos grandes riscos à saúde humana e ao meio ambiente, o descarte de medicamentos deve ser feito em pontos de coleta específicos, para serem posteriormente encaminhados à destinação final ambientalmente correta.

Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabelece como obrigatoriedade o descarte correto de medicamentos. No caso dos remédios, a chamada logística reversa funciona com as farmácias e drogarias aceitando medicamentos vencidos para encaminhá-los ao seu destino final sem risco de contaminação. Continue lendo

DESMAME DE MEDICAMENTOS

O desmame de medicamentos é a redução gradual de uma dose medicamentosa com a finalidade de retirada do uso do medicamento pelo paciente.

O desmame consiste em estratégias psicoterapêuticas e psicomedicamentosas usadas para minimizar os efeitos de descontinuação de um remédio.

Várias substâncias disponíveis de forma lícitas, que são prescritas por médicos e possuem grande venda ao publico, no cenário mundial, podem causar dependência química e consequentemente necessitam do desmame medicamentoso. Dentre elas podemos citar Antidepressivos, Hipnóticos sedativos como os Benzodiazepínicos, narcóticos, barbitúricos, hormônios, corticoides, opioides e anestésicos.

Medicamentos como os citados acima tendem a causar dependência química do organismo, quando usados por um longo prazo, por isso é sempre necessário uma avaliação criteriosa para a escolha e adoção destes medicamentos. Continue lendo

ESTUDO FALA SOBRE RISCO DE MEDICAMENTOS QUE PODEM LEVAR A DEPRESSÃO

Medicamentos comuns como antinflamatórios, analgésicos, antialérgicos, anticoncepcionais e outros podem causas efeitos colaterais bem sérios e precisam ser usados com cautela.

Entende-se como um efeito colateral o efeito diferente daquele considerado como principal por um fármaco. Esse termo deve ser distinguido de efeito adverso, que se refere a um efeito colateral indesejado, pois um fármaco pode causar outros efeitos potencialmente benéficos além do principal. Como exemplo podem ser citados a amnésia temporária causada por sedativos e a sonolência em anti-histamínicos, que podem ser benéficos ou adversos dependendo da situação.

Muitos se surpreenderiam ao saber que sua medicação, embora não tenha nada a ver com o estado de ânimo, a ansiedade ou qualquer outra condição normalmente associada à depressão, pode aumentar seu risco de ter sintomas depressivos e levar a um diagnóstico de depressão. Continue lendo

BETABLOQUEADORES PODEM AUMENTAR MORTALIDADE EM PESSOAS COM DIABETES

O uso de betabloqueadores pode estar associado a um aumento do risco de mortalidade em pacientes com diabetes, particularmente entre aqueles que têm doença arterial coronariana (DAC), sugere uma nova pesquisa.

Os resultados, de dados prospectivos de coorte do US National HealthNutrition Examination Survey 1999–2010, foram publicados na edição de abril da Mayo Clinic Proceedings por Dr. Tetsuro Tsujimoto, do Departamento de Diabetes, Endocrinologia e Metabolismo do Center Hospital, Tóquio (Japão), e colaboradores.

Entre quase 3 mil participantes com diabetes, a mortalidade por todas as causas ao longo de cinco a seis anos foi significativamente maior naqueles que usaram betabloqueadores do que naqueles que não usaram, com um efeito ainda mais pronunciado entre aqueles com DAC. Continue lendo

MEDICAMENTOS VENCIDOS E EM DESUSO PODEM SER POLUENTES PERIGOSOS

Os medicamentos são os mais importantes instrumentos para proteger e recuperar a saúde. Por outro lado, seu uso indiscriminado, especialmente sem orientação adequada do farmacêutico, médico e profissionais de saúde habilitados pode trazer risco tanto à saúde, quanto ao meio ambiente.

A ciência já sabe que medicamentos que consumimos (uma parte será excretada depois) e descartados no lixo comum, pias, ralos e vasos sanitários em nossas casas e empresas ou mesmo diretamente em rios, lagos e mares podem ser tornar poluentes ambientais perigosos (são resíduos químicos perigosos). E podem poluir o ar, solo, seres vivos, mas especialmente a água. Continue lendo

SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON: O QUE É?

Essa síndrome caracteriza-se por reações mucocutâneas potencialmente fatais causadas por hipersensibilidade a fatores precipitantes diversos, como infecções por vírus, fungos, bactérias, afecções do tecido conjuntivo, tumores malignos, vacinas e diversos fármacos.

A síndrome de Stevens-Johnson é uma reação idiossincrática, ou seja, ocorre raramente, de forma aguda e imprevisível. Ela não é exatamente um efeito colateral do medicamento, pois a reação é imprevisível e ocorre não por um problema específico da droga, mas por uma característica do sistema imunológico do indivíduo.

A descamação da pele é o sinal característico desse quadro clínico. Na síndrome de Stevens-Johnson, há somente áreas pequenas de descamação da pele (que afetam menos de 10% do corpo). A descamação da pele envolve a camada superior inteira da pele (a epiderme), que às vezes descama em camadas de grandes áreas do corpo. Continue lendo

ÁLCOOL E MEDICAMENTOS – PERIGO REAL

O consumo de álcool per capita no Brasil  chegou a 8,9 litros em 2016 e superou a média internacional, de 6,4 litros por pessoa. Com isso, o País figura na 49.ª posição do ranking entre os 193 avaliados. Os dados foram divulgados ontem pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A OMS não vê o consumo do álcool em si como um problema, mas considera que o uso excessivo e a falta de controle em certas situações podem se transformar em ameaça.

Associada a essa situação temos uma alta crescente do uso de medicamentos no Brasil, este que em 2016 chegou à marca de 4,5 bilhões de medicamentos vendidos no Brasil, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA . Continue lendo