MEDICAMENTOS QUE AS GRÁVIDAS DEVEM EVITAR

Durante a gravidez surgem várias dúvidas sobre o que se pode ou não tomar. Saiba quais os medicamentos proibidos e que consequências podem ter para a mãe e para o bebê.

A primeira regra é nunca tomar nada sem consultar o médico obstetra. A automedicação durante a gravidez acarreta inúmeros problemas, podendo mesmo acelerar o parto ou provocar a morte do feto.

Estima-se que cerca de 2 a 3% das anomalias congênitas detectadas durante a gravidez, sejam originadas pela toma de fármacos e outras drogas.

Por precaução, sempre consulte o médico quando houver duvidas e desconfortos e, tente tirar todas suas dúvidas nesse período tão importante, para que seu bebê possa crescer e nascer saudável. Continue lendo

AZIA NA GRAVIDEZ

A pirose, mais conhecida como azia, é de ocorrência bastante comum na gravidez. Ela é um sensação de queimação que parte da garganta até o estômago e geralmente surge após a ingestão de algum alimento. 

Ela aparece na gravidez por causa das mudanças físicas e hormonais que estão acontecendo no corpo da gravida, esta que pode sentir gosto amargo ou ácido na boca e dor no estômago.

Ter azia em geral não faz mal para a gravida nem para o bebê, mas é muito desconfortável. Este é um sintoma muito comum na segunda metade da gravidez. Continue lendo

ANEMIA NA GESTAÇÃO

A anemia é a condição na qual o número de células vermelhas do sangue e a sua capacidade de transporte de oxigênio são insuficientes para atender às necessidades fisiológicas, que variam de acordo com idade, sexo, altura, fumo e gravidez.

A frequência de anemia durante a gravidez dependerá, principalmente, dos níveis de ferro pré-existentes e da suplementação pré-natal.

Em países desenvolvidos, a diminuição dos níveis de ferro no sangue raramente é grave, principalmente em mulheres que mantêm uma dieta adequada.

Nos países em desenvolvimento, a quantidade de ferro e folato obtida na alimentação pode não atender às demandas adicionais impostas às reservas maternas de ferro pelo feto em crescimento, pela placenta e pelo aumento da massa de hemácias materna. Continue lendo

ANVISA E OMS INVESTIGAM POSSÍVEL RISCO DO USO DE DOLUTEGRAVIR EM GRÁVIDAS

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a Organização Mundial de Saúde investigam uma possível associação entre o uso do antirretroviral dolutegravir (medicamento usado para o controle do HIV) na gravidez e um defeito no tubo neural em fetos. O tubo neural é a estrutura que dará origem à medula espinhal e ao cérebro. A associação foi identificada em um estudo independente feito em Botswuana, na África.

Normalmente, a má-formação nessa estrutura ocorre em 0,1% dos nascidos vivos; o que o estudo identificou foi um aumento para 0,9% da prevalência da anomalia. As entidades enfatizam, contudo, que até esse momento a relação é apenas uma observação — sem nenhuma relação de causa e efeito. Continue lendo

CÓLICAS NA GRAVIDEZ

As cólicas são um problema que afeta um quarto da população mundial e que é caracterizado pela ocorrência de contrações musculares dolorosas no abdómen (entre a região do peito e da virilha).

Esse desconforto abdominal pode ser sentindo por homens e mulheres, independente da idade e do seu estado de saúde atual. Podem ocorrer nas fases iniciais da gravidez também.

É importante ressaltar que para as grávidas, dores na barriga quase nunca são sinal de um problema grave. Porém é importante procurar auxílio médico se houverem outros sintomas além da cólica, como sangramento, febre ou aumento de secreção vaginal. Continue lendo

POR QUE A SAÚDE BUCAL É IMPORTANTE NA GRAVIDEZ?

Na gravidez as mulheres estão acostumadas com uma bateria de exames e consultas médicas. Mas não é só o corpo que precisa de cuidados especiais: é essencial fazer acompanhamento também com um dentista para evitar complicações e riscos para a mulher e o bebê.

O Dr. Sidnei Goldmann, profissional com mais de 20 anos de carreira,  graduado em estética bucal e especialista em implantes dentários, explica que doenças periodontais, aquelas que afetam as gengivas, por exemplo, podem trazer graves consequências. “Existem estudos que relacionam essas doenças a partos prematuros ou até mesmo muito prematuros, antes das 32 semanas. Isso é muito perigoso pois coloca o bebê em alto risco”, explica Dr. Goldmann. Continue lendo

RESERVA OVARIANA: ENTENDA

A mulher moderna esta em constante mudança, seja no âmbito pessoal ou na vida em sociedade. Há alguns anos era comum chegar aos 30 anos com a prole constituída, com pelo menos um filho. Hoje, grande parte das mulheres nesta faixa etária está focada no trabalho, estudo, viagens e outros compromissos pessoais e profissionais.

Adiar a gravidez tem sido uma decisão cada vez mais comum. Dados recentes do IBGE mostram que, em 2015, 30,8% dos recém-nascidos tinham mães entre 30 e 39 anos. Em 2005, eram apenas 22,5%.

O problema é que a idade biológica nem sempre acompanha esse ritmo de vida. Com o passar do tempo, ocorrem no corpo feminino mudanças significativas que dificultam a chance de sucesso da concepção. Continue lendo