COVID-19 NA GRAVIDEZ – O QUE SABEMOS ATÉ AGORA?

Atualmente estão sendo desenvolvidas pesquisas para entender os impactos da infecção da COVID-19 em gestantes. Os dados ainda são limitados, mas no momento não há nenhuma evidência de que elas corram mais riscos de desenvolverem uma doença mais grave do que a população em geral.

Entretanto, devido às mudanças nos corpos e nos sistemas imunológicos, sabemos que as gestantes podem ser severamente afetadas por algumas infecções respiratórias. É importante, por isso, que elas tomem precauções para se protegerem contra a COVID-19, e relatarem possíveis sintomas (incluindo febre, tosse ou dificuldades para respirar) para seus provedores de cuidados de saúde.

Apesar de uma atenção maior ser voltada as grávidas, a Organização Mundial da Saúde – OMS aponta que as gestantes não são grupo de maior risco, ou seja, não desenvolvem sintomas mais graves do que outras pessoas. Em uma análise de 147 mulheres, apenas 8% tinham doença grave e 1% estava em condição crítica. Embora esses dados sejam bem limitados até o presente momento, acredita-se que estar gravida não necessariamente torará a mulher e o bebê alvos maiores dentro da pandemia. Continue lendo

ABORTO ESPONTÂNEO

Um aborto (aborto espontâneo) é a perda de um feto devido a causas naturais antes de 20 semanas de gestação.

Abortos espontâneos podem ocorrer devido a um problema no feto (como uma doença genética ou deficiência congênita) ou na mulher (como anomalias estruturais dos órgãos reprodutivos, anomalias cromossômicas, infecções, uso de cocaína ou álcool, cigarro, ou uma lesão), mas a causa muitas vezes é desconhecida.

Um aborto espontâneo ocorre em aproximadamente 10 a 15% das gestações reconhecidas. Uma grande quantidade de abortos espontâneos não é reconhecida porque ocorre antes de as mulheres descobrirem que estão grávidas. Continue lendo

COLESTEROL E GRAVIDEZ

As preocupações que surgem em uma mulher quando ela descobre que está grávida não são poucas. As dúvidas aparecem de todo lugar, sobre a aparência, sobre a alimentação, sobre exercícios físicos e principalmente sobre a saúde, como é o caso de dúvidas sobre colesterol alto nesta fase.

Muitas mulheres ficam em dúvida sobre quais são as consequências do colesterol alto na gravidez, no que isso pode afetar o feto ou ela mesma durante esses nove meses.

Todos nos sabemos que colesterol alto não é um bom sinal e que alguns cuidados precisam ser tomados, mas na gravidez isso pode ser até mesmo considerado normal. Porém, se os números ultrapassarem dos limites, o cuidados precisam ser ainda maiores para que não haja nenhum tipo de complicação. Continue lendo

MEDICAMENTOS QUE AS GRÁVIDAS DEVEM EVITAR

Durante a gravidez surgem várias dúvidas sobre o que se pode ou não tomar. Saiba quais os medicamentos proibidos e que consequências podem ter para a mãe e para o bebê.

A primeira regra é nunca tomar nada sem consultar o médico obstetra. A automedicação durante a gravidez acarreta inúmeros problemas, podendo mesmo acelerar o parto ou provocar a morte do feto.

Estima-se que cerca de 2 a 3% das anomalias congênitas detectadas durante a gravidez, sejam originadas pela toma de fármacos e outras drogas.

Por precaução, sempre consulte o médico quando houver duvidas e desconfortos e, tente tirar todas suas dúvidas nesse período tão importante, para que seu bebê possa crescer e nascer saudável. Continue lendo

AZIA NA GRAVIDEZ

A pirose, mais conhecida como azia, é de ocorrência bastante comum na gravidez. Ela é um sensação de queimação que parte da garganta até o estômago e geralmente surge após a ingestão de algum alimento. 

Ela aparece na gravidez por causa das mudanças físicas e hormonais que estão acontecendo no corpo da gravida, esta que pode sentir gosto amargo ou ácido na boca e dor no estômago.

Ter azia em geral não faz mal para a gravida nem para o bebê, mas é muito desconfortável. Este é um sintoma muito comum na segunda metade da gravidez. Continue lendo

ANEMIA NA GESTAÇÃO

A anemia é a condição na qual o número de células vermelhas do sangue e a sua capacidade de transporte de oxigênio são insuficientes para atender às necessidades fisiológicas, que variam de acordo com idade, sexo, altura, fumo e gravidez.

A frequência de anemia durante a gravidez dependerá, principalmente, dos níveis de ferro pré-existentes e da suplementação pré-natal.

Em países desenvolvidos, a diminuição dos níveis de ferro no sangue raramente é grave, principalmente em mulheres que mantêm uma dieta adequada.

Nos países em desenvolvimento, a quantidade de ferro e folato obtida na alimentação pode não atender às demandas adicionais impostas às reservas maternas de ferro pelo feto em crescimento, pela placenta e pelo aumento da massa de hemácias materna. Continue lendo

ANVISA E OMS INVESTIGAM POSSÍVEL RISCO DO USO DE DOLUTEGRAVIR EM GRÁVIDAS

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a Organização Mundial de Saúde investigam uma possível associação entre o uso do antirretroviral dolutegravir (medicamento usado para o controle do HIV) na gravidez e um defeito no tubo neural em fetos. O tubo neural é a estrutura que dará origem à medula espinhal e ao cérebro. A associação foi identificada em um estudo independente feito em Botswuana, na África.

Normalmente, a má-formação nessa estrutura ocorre em 0,1% dos nascidos vivos; o que o estudo identificou foi um aumento para 0,9% da prevalência da anomalia. As entidades enfatizam, contudo, que até esse momento a relação é apenas uma observação — sem nenhuma relação de causa e efeito. Continue lendo