MEMANTINA – MECANISMO DE AÇÃO

O cloridrato de memantina é um medicamento utilizado como uma opção terapêutica no tratamento sintomático da doença de Alzheimer moderada a grave.

Esta droga apresenta como função propiciar uma melhoria cognitiva, embora não influa no curso normal da doença e tenha uma variedade de resposta de indivíduo para indivíduo. (os seus efeitos são mais significativos se aplicados em estágios iniciais da doença).

No Brasil, a substância foi lançada em 2003 de forma pioneira pelo laboratório de origem dinamarquesa, Lundbeck, após a quebra de patente do Ebix (referência), o brasileiro Apsen lançou em 2005 o Alois. Conseqüentemente, outros laboratórios lançaram similares como, Eurofarma e Libbs. Continue lendo

O USO DE MEDIAMENTOS EM PORTADORES DE SÍNDROME DE DOWN

Entre as alterações causadas pelo excesso de material genético do cromossomo 21, estão as hipersensibilidades medicamentosas determinadas por um conjunto variável de deficiências enzimáticas.

A farmacoterapia para pessoas com síndrome de Down deve seguir os princípios do uso racional de medicamentos, que segundo a OMS é a situação na qual os pacientes recebem os medicamentos apropriados às suas necessidades clínicas na dose correta por um período de tempo adequado e um custo acessível. Evidentemente, procura-se evitar o uso de fármacos com índice terapêutico baixo assim como aqueles com meia-vida longa ou metabolização complexa. Continue lendo

DICLOFENACO DIETILAMÔNIO

O Diclofenaco Dietilamônio é um antinflamatório não esteroidal (AINE) encontrado comumente em formulações tópicas e de dispersão rápida como o spray.

Este fármaco possui ação antinflamatória e analgésica tendo como sua principal forma de uso o tratamento de alicio de inchaço e dor.


INDICAÇÕES:

Alívio da dor, da inflamação e do inchaço em: Continue lendo

DICLOFENACO POTÁSSICO: CONCEITOS FARMACOLÓGICOS

Pertencente ao grupo dos antinflamatórios não esteroidais (AINE), o Diclofenaco potássico tem ação analgésica e antinflamatório, com pouco efeito antipirético. É um derivado do ácido acético.

Seus modos de administração são:

Via oral – Administrar de preferência antes das refeições. Ingerir inteiro com algum líquido, sem mastigar.
Via retal: Recomenda-se colocar os supositórios após a evacuação fecal.
Via parenteral: a solução injetável é administrada por via intramuscular por injeção intraglútea profunda, no quadrante externo superior. Continue lendo

TENOXICAM – FARMACOLOGIA

O tenoxicam é um fármaco antinflamatório não-esteroide (AINE) com propriedades
antinflamatórias, analgésicas e antipiréticas, inibindo igualmente a agregação
plaquetária.

É um medicamento do grupo dos oxicanos indicado para o tratamento da dor leve ou moderada, especialmente em condições como a artrite reumatoide, osteoartrite, e outras enfermidades reumáticas.

O tenoxicam desenvolve uma potente atividade inibitória seletiva sobre a ciclooxigenase-2 (COX-2), tanto in vivo como in vitro na cascata biossintética de prostaglandinas. Este bloqueio seletivo e específico sobre a ciclooxigenase-2 proporciona um duplo benefício terapêutico ao conseguir, por um lado, uma notável atividade antinflamatória-analgésica em pacientes reumáticos e, por outro lado, uma excelente tolerância com efeitos gastrolesivos mínimos ou ulcerogênico. Continue lendo

PARACETAMOL: FARMACOLOGIA

A substância acetaminofeno é conhecida como Paracetamol e é um fármaco que possui propriedades analgésicas e antipiréticas, sendo utilizada essencialmente para o tratamento da febre e da dor.

O Paracetamol geralmente é administrado por via oral embora também esteja disponível para uso por via retal ou intravenosa, pelo que pode apresentar-se na forma de cápsulas, comprimidos, supositórios ou gotas.

 

O paracetamol normalmente é seguro sempre que se respeitam as doses recomendadas. Continue lendo

DIPIRONA – FARMACOLOGIA

O Metamizol Sódico, popularmente conhecido como Dipirona um medicamento que é utilizado principalmente como analgésico e antipirético, pertencente ao grupo das pirazolonas, já no mercado mundial há 80 anos.

É o analgésico-antipirético mais utilizado no Brasil.  A sua história é, no entanto, pontilhada por ataques frontais ao seu perfil de segurança.

A dipirona foi produzida pela primeira vez em durante o ano de 1920 pela empresa alemã Hoechst AG, sua produção em massa se iniciou em 1922, porém em 1970, alguns países como os EUA proibiram sua venda por ser capaz de causar agranulocitose (alteração caracterizada pela diminuição das células sanguíneas ou ausência de leucócitos), porém em muitos países, como no Brasil, essa droga é de venda livre e isenta de prescrição médica. Continue lendo