SÍNDROME DA FADIGA CRÔNICA – DIAGNÓSTICO

Não há análises laboratoriais que confirmem o diagnóstico da síndrome da fadiga crônica. Portanto, os médicos precisam descartar outras doenças que podem causar sintomas semelhantes. Às vezes, os médicos realizam testes para descartar distúrbios como anemia, anormalidades de eletrólitos, insuficiência renal, distúrbios inflamatórios (como artrite reumatoide) ou distúrbios da tireoide ou das glândulas adrenais.

O diagnóstico da síndrome da fadiga crônica só é feito se não se encontrar qualquer outra causa, incluindo os efeitos colaterais dos medicamentos, que explique a fadiga e os demais sintomas. Continue lendo

SÍNDROME DA FADIGA CÔNICA

A síndrome da fadiga cônica é uma doença que trás fadiga duradoura, grave e incapacitante, sem causa física ou psicológica comprovada e sem a presença de alterações objetivas nos exames físicos ou de laboratório. 

Embora até 25% das pessoas relatem sentir-se cronicamente cansadas (Fadiga), apenas 0,5% das pessoas (1 em 200) apresenta a síndrome da fadiga crônica (SFC). A síndrome da fadiga crônica afeta principalmente pessoas entre os 20 e os 50 anos de idade e é mais comum entre mulheres jovens e na meia-idade do que em homens, embora ocorra em pessoas de todas as idades, incluindo crianças. As pessoas com síndrome da fadiga crônica apresentam sintomas reais e frequentemente incapacitantes.

A síndrome da fadiga crônica não é o mesmo que fingir ter sintomas (um distúrbio conhecido como simulação de doença). Continue lendo

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E PREVENÇÃO

Insuficiência cardíaca é um distúrbio em que o coração bombeia sangue de forma inadequada, causando redução do fluxo sanguíneo e refluxo do sangue nas veias e pulmões, além de outras alterações que podem aumentar a debilidade do coração. É uma doença crônica que tem como principal característica o cansaço. 

A insuficiência cardíaca pode surgir em qualquer idade, mesmo em crianças pequenas (sobretudo nas nascidas com algum defeito cardíaco congênito). Entretanto, ela é bem mais comum entre pessoas idosas, pois elas têm mais chances de terem distúrbios que danificam o miocárdio ou as válvulas cardíacas. Além disso, alterações no coração relacionadas à idade tendem a fazer com que o coração bata com menos eficácia.

Cerca de 5 milhões de pessoas nos Estados Unidos têm insuficiência cardíaca e cerca de 500.000 novos casos surgem anualmente. Em todo o mundo, por volta de 23 milhões de pessoas são afetadas. É provável que esse distúrbio se torne mais frequente, talvez devido ao aumento da expectativa de vida e porque, em alguns países, determinados fatores de risco para doença cardíaca (como tabagismo, hipertensão arterial e dieta rica em gorduras) afetam um número de pessoas cada vez maior.

No Brasil ocorrem mais de 2 milhões de casos novos de insuficiência cardíaca por ano, Continue lendo