ESTUDO FALA SOBRE RISCO DE MEDICAMENTOS QUE PODEM LEVAR A DEPRESSÃO

Medicamentos comuns como antinflamatórios, analgésicos, antialérgicos, anticoncepcionais e outros podem causas efeitos colaterais bem sérios e precisam ser usados com cautela.

Entende-se como um efeito colateral o efeito diferente daquele considerado como principal por um fármaco. Esse termo deve ser distinguido de efeito adverso, que se refere a um efeito colateral indesejado, pois um fármaco pode causar outros efeitos potencialmente benéficos além do principal. Como exemplo podem ser citados a amnésia temporária causada por sedativos e a sonolência em anti-histamínicos, que podem ser benéficos ou adversos dependendo da situação.

Muitos se surpreenderiam ao saber que sua medicação, embora não tenha nada a ver com o estado de ânimo, a ansiedade ou qualquer outra condição normalmente associada à depressão, pode aumentar seu risco de ter sintomas depressivos e levar a um diagnóstico de depressão. Continue lendo

PÍLULA PARA DETECÇÃO DE CÂNCER DE MAMA ESTÁ EM ESTUDO

Quem é mulher sabe da importância de realizar anualmente o exame de mamografia, útil para encontrar possíveis focos de câncer de mama. O problema é que o procedimento nem sempre fornece resultados precisos e ainda expõe as pacientes à radiação.

No entanto, um estudo publicado na revista Molecular Pharmaceutics, relata que os cientistas desenvolveram uma “pílula de rastreio de doenças” não invasiva, que conseguiu iluminar tumores cancerígenos em camundongos, quando expostos à luz infravermelha –e sem uso de raio X. Continue lendo

NOVA MOLÉCULA PODE SER A CURA PARA O RESFRIADO

O resfriado se espalha rapidamente de pessoa para pessoa, já que os vírus que causam a doença podem permanecer em mãos e superfícies por até 24 horas.

Analgésicos e antinflamatórios podem ajudar a combater os sintomas, mas atualmente não há nada que consiga combater a infecção.

É possível se contaminar inalando pequenas gotas de fluído que contenha o vírus e que são espalhadas no ar quando uma pessoa infectada tosse ou espirra. Também é possível ficar doente após tocar uma superfície contaminada e depois levar a mão à boca, aos olhos ou ao nariz.

Uma doença tão comum e que também pode ser tão seria, pensando nisso que cientistas do Reino Unido acreditam ter encontrado uma maneira de combater o resfriado. Continue lendo

SEGUNDO ESTUDO, DENGUE PODE SER TRANSMITIDA POR VIA SEXUAL

Um estudo do Instituto Nacional para Doenças Infecciosas Lazzaro Spallanzani (Inmi), com sede em Roma, na Itália, indicou que o vírus da dengue também pode ser transmitido por via sexual.

A pesquisa da entidade, divulgada na publicação médica europeia “Eurosurveillance”, detectou a presença do vírus no líquido seminal de um italiano de 50 anos curado da doença após uma viagem à Tailândia. Os testes foram efetuados no laboratório de virologia do instituto, mediante técnicas de biologia molecular, em janeiro de 2018, nove dias após o diagnóstico de dengue no paciente.

O estudo revelou que o vírus permanece em replicação ativa no líquido seminal até 37 dias depois do surgimento dos primeiros sintomas. A dengue é transmitida geralmente pelos mosquitos do gênero Aedes e, até então, não havia sido comprovada a hipótese de contaminação via sexual, ao contrário do vírus zika. Continue lendo

ADESIVO PARA MEDIR GLICOSE ATRAVÉS DA PELE

Um estudo publicado pela revista Nature Nanotechnology detalha um  novo adesivo que serve para medir o nível de glicose através da pele, o que pode fazer com que milhões de diabéticos não precisem usar agulhas para fazer as medições periódicas. A informação é da EFE.

O adesivo extrai a glicose do fluido entre as células epiteliais através dos folículos pilosos, aos quais tem acesso individualmente graças a sensores em miniatura que usam uma pequena corrente elétrica e recolhem a glicose em pequenos reservatórios para medi-la.

As leituras do nível da substância podem ser feitas a cada 10 ou 15 minutos ao longo de várias horas, segundo o estudo da Universidade de Bath, no Reino Unido. Continue lendo

ESTUDO BRASILEIRO PODE LEVAR A CRIAÇÃO DE UMA VACINA PARA FEBRE DO NILO

Pesquisa com participação do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP revela que uma das linhagens do arbovírus, causador da febre do Nilo Ocidental, é pouco virulenta e seus efeitos são essencialmente brandos. O resultado abre caminho para o desenvolvimento de uma vacina, uma vez que os vírus poderão ser utilizados para estimular as defesas do organismo. A doença, identificada inicialmente na África, se espalhou pela Europa e Estados Unidos, podendo chegar até o Brasil. O estudo é descrito em artigo da revista PLOS Neglected Tropical Diseases e é resultado de uma colaboração entre virologistas do Instituto Pasteur de Dakar, no Senegal, da USP e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

O trabalho contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de órgãos de financiamento da União Europeia. Dengue, Zika e chikungunya são nomes que passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros. A busca por vacinas, tratamentos e métodos de prevenção contra a infeção dos chamados vírus emergentes está entre os grandes desafios da epidemiologia mundial. E novos agentes patológicos continuam a surgir. Continue lendo

ESTUDO BRASILEIRO MOSTRA 100% DE EFICÁCIA DA PrEP

Estudo inédito realizado em cinco cidades mostra que o uso de antirretrovirais para prevenir o HIV foi eficaz em 100% dos casos. O trabalho acompanhou 526 voluntários que passaram a usar o medicamento como estratégia de prevenção.

No período avaliado, nenhuma das pessoas que usavam o medicamento contraiu o HIV.

“Três infecções foram identificadas, mas entre pessoas que esperavam para iniciar o uso da Prep (terapia pré-exposição)”, disse o coordenador do trabalho, o pesquisador Alexandre Grangeiro, da Universidade de São Paulo (USP). Para ele, o resultado confirma a importância da estratégia e reforça a necessidade de implementação no Sistema Único de Saúde. Continue lendo