A IMPORTÂNCIA DE SE VACINAR

Vacinar-se é prover a saúde de forma individual e coletiva. A vacinação é fundamental para a prevenção de uma série de doenças infecciosas. Reduz a morbidade dessas doenças e inclusive a mortalidade de várias delas.

As vacinas são compostas por substâncias e microrganismos inativados ou atenuados que são introduzidos no organismo para estimular a reação do sistema imunológico quando em contato com um agente causador de doenças.

Sendo assim, quem se vacina está se protegendo de doenças que podem facilmente causas epidemias e levar as pessoas a morte.

Ao se vacinar, você contribui para:

  • Redução dos números de casos de doenças infecciosas em toda a comunidade, uma vez que a transmissão é diminuída;
  • Diminuição do número de hospitalizações;
  • Redução de gastos com medicamentos;
  • Redução da mortandade;
  • Erradicação de doenças.

Assim, que não se vacina põem em risco a saúde individual como coletiva, uma vez que muitas doenças não podem ser prevenidas apenas com saneamento básico adequado e higiene pessoal, como o caso do vírus da gripe.

 

 

ALERTA DA OMS SOBRE DOENÇAS QUE PODE VIRAR EPIDEMIAS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) revisou a lista de agentes patogênicos prioritários, que pela falta de medicamentos ou vacinas, podem causar uma emergência de saúde pública e virar epidemia.

A revisão serve para alertar para a necessidade de um esforço médico e científico na descoberta de tratamentos a fim de controlar possíveis surtos.

Entre os vírus que circulam no Brasil, o zika é uma das preocupações da OMS. Confira as doenças que aparecem na lista. Continue lendo

DOENÇAS COM CAPACIDADES EPIDÊMICAS PARA PRIORIDADE DE TRATAMENTO 2017

Todo ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta uma lista de doenças prioritárias, que devem ser objeto de uma estratégia e plano de preparação global diante do risco de epidemia que elas representam.

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, órgão da OMS nas Américas, o objetivo da lista é buscar desenvolver planos emergenciais e estudos sobre as doenças para reduzir mortes e evitar problemas sociais causados por essas enfermidades.

Entre as doenças que ainda devem preocupar os brasileiros está a zika, que está na lista prioritária da OMS para o desenvolvimento de pesquisa e vacina. Continue lendo

PESTE BUBÔNICA / PESTE NEGRA: RISCO NOS DIAS ATUAIS?

A Peste Negra ou Peste Bubônica foi uma grave pandemia que assolou a Europa na segunda metade do século XIV, deixando para trás 30 milhões de vítimas. A doença, que comumente é transmitida por pulgas de roedores. Esta conseguiu ser contida com a adoção de medidas preventivas e higiênicas.


HISTÓRIA

A Peste Bubônica, também conhecida como Peste Negra, surgiu na China no século XIV. Mas logo se espalhou por toda a Ásia Central até chegar à cidade de Constantinopla, então capital do Império Bizantino. A manifestação mais comum da peste era a formação de bulbos (inchaços) negros na pele dos infectados. Quando os bulbos estouravam, provocavam dores terríveis no doente.

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VACINA CONTRA EBOLA – TESTES E EFICÁCIA

A vacina contra o vírus Ebola teve sua eficácia confirmada por cientistas após testes realizados em Guiné e em Serra Leoa. A droga oferece 100% de proteção, segundo o jornal cientifico The Lancet, que publicou o resultado.

Batizada de rVSV-ZEBOV, a vacina, produzida pelo laboratório Merck, Sharp & Dohme, foi aplicada em cerca de 6.000 pessoas, adultos e crianças. Dez dias depois, todos estavam imunes à doença. Em um grupo de mesma proporção, que não foi vacinado, 23 pessoas contraíram o vírus. Os escolhidos para receberem a droga tiveram algum contato com alguém infectado com Ebola pelo menos três semanas antes.

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VÍRUS MAYARO NO CONTINENTE AMERICANO

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Um vírus conhecido como Mayaro pode espalhar-se pelo continente americano nos próximos anos através de mosquitos como o Aedes aegypti, segundo investigadores da área da saúde, noticiou hoje a imprensa brasileira.

Os investigadores concluíram, portanto, que este vírus pode estar a espalhar-se pelo continente.

Segundo os especialistas, os microrganismos também lutam pela sobrevivência das suas respetivas espécies e procuram se adaptar das maneiras mais incríveis para não desaparecer.

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O BRASIL VIVE UMA EPIDEMIA DE SÍFILIS?

Uma doença que pode passar despercebida por muitos anos nas pessoas adultas é capaz de causar problemas sérios ao bebê em formação dentro do útero. A sífilis é silenciosa, mas merece bastante atenção – especialmente porque o número de infectados vem crescendo no Brasil.
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Nos últimos cinco anos, a doença avançou de uma forma nunca vista. A taxa de bebês com sífilis congênita em 2015 foi de 6,5 casos a cada mil nascidos vivos – 13 vezes mais do que é tolerado pela Organização Mundial de Saúde e 170% a mais do que o registrado em 2010. Continue lendo