MYCOPLASMA GENITALIUM (DST/IST)

Os Micoplasmas pertencem à classe dos Mollicutes, procariotos caracterizados pela ausência de parede celular. Esses microrganismos têm sido associados a infecções do trato genital alto e baixo com implicações como uretrites, cervicites, doença inflamatória pélvica, prostatites, epididimites, infertilidade no homem e na mulher, abortos e partos pré-maturos, bem como mortalidade neonatal e mais recentemente, câncer de prostata.

A bactéria Mycoplasma genitalium é uma causa comum de uretrite no homem e de cervicite na mulher, sendo recentemente reconhecida como uma IST.

É uma bactéria que vive nas células epiteliais e ciliadas dos tratos genitais e epiteliais dos primatas. É transmitida através do contato sexual, especificamente por contato com secreções, saliva e epitélio. Continue lendo

GLÂNDULAS DE TYSON

Na aparência elas podem ser confundidas como verrugas genitais ou herpes. Mas na verdade, são pequenas bolinhas de cor branca que se formam ao redor da glande do pênis.

Quando há secreção abundante dessas Glândulas há formação do “esmegma”, que lembra uma “massa branca”.

Na maior parte da população masculina, elas são pouco desenvolvidas e quase não aparecem. Mas, para cerca de 8% a 12% dos homens, elas se tornam hipertrofiadas, ou aumentadas, sem qualquer razão específica, apenas por uma questão genética. Continue lendo

SÍFILIS: VAMOS FALAR SOBRE ISSO

A Sífilis é uma doença sistêmica causada por Treponema pallidum, caracterizada por três fases clínicas sequenciais e sintomáticas separadas por períodos de infecção latente assintomática.

O T. pallidum é uma espiroqueta que não pode sobreviver muito tempo fora do corpo humano. Na sífilis sexualmente adquirida, o T. pallidum entra pelas membranas mucosas ou pela pele, alcança os linfonodos regionais dentro de horas e rapidamente se dissemina ao longo do corpo.

A infecção geralmente é transmitida por meio de contato sexual (incluindo genital, orogenital e anorretal), mas pode ser transmitida não sexualmente por contato cutâneo ou transplacentário (Sífilis congênita). O risco de transmissão é de aproximadamente 30% com um único encontro sexual com uma pessoa com sífilis primária e de 60 a 80% de uma mãe infectada para o feto. Infecção anterior não confere imunidade contra reinfecção. Continue lendo

GRAVIDEZ NO CARNAVAL

Existe uma crença de que as mulheres brasileiras fiquem grávidas em taxas mais elevadas durante o carnaval. Na verdade, essa informação não está correta.

Segundo um estudo, o número de mulheres grávidas no Brasil está ficando estável a cada ano. De acordo com o IBGE, as mulheres estão deixando para engravidar depois dos 30 anos.

Infelizmente ainda existe e existirão muitos casos de gravidez na adolescência e gravidez indesejada, para as mulheres que exageram. Porém a realidade do nosso país tem se transformado, uma vez que a população tem maior acesso a informação e as mulheres maior independência.

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Manilkara spp. USADA PARA TRATAR DST

Uma planta do nordeste brasileiro pode ser a fonte de tratamento para a tricomoníase, doença sexualmente transmissível (DST) que, além de coceira e dificuldade ao urinar, aumenta as chances de ocorrência de outras infecções mais graves, como a pelo HPV e pelo HIV. A propriedade da maçaranduba (Manilkara spp.) foi descoberta por pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), com sede em Campina Grande, na Paraíba, e detalhada recentemente na revista científica Experimental Parasitology. A expectativa é que o achado possa ajudar no desenvolvimento de remédios mais eficazes para tratar a DST.

Encontrada no Nordeste, a maçaranduba pertence à família Saputi, presente em um extenso território brasileiro, do Piauí à Bahia. O extrato utilizado foi de folhas coletadas no Parque Nacional do Catimbau, em Buíque, município pernambucano.

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DST’s – PRINCIPAIS DÚVIDAS

Doenças sexualmente transmissíveis

 dst

– As chances de se contrair uma DST através do sexo oral são menores do que sexo com penetração?
O fato é que nenhuma das relações sexuais sem proteção é isenta de risco – algumas DST têm maior risco que outras. A transmissão da doença depende da integridade das mucosas das cavidades oral ou vaginal. Independente da forma praticada, o sexo deve ser feito sempre com camisinha.


– Toda ferida ou corrimento genital é uma DST?
Não necessariamente. Além das doenças sexualmente transmissíveis, existem outras causas para úlceras ou corrimentos genitais. Entretanto, a única forma de saber o diagnóstico correto é procurar um serviço de saúde.


– É possível estar com uma DST e não apresentar sintomas?

Sim. Muitas pessoas podem se infectar com alguma DST e não ter reações do organismo durante semanas, até anos. Dessa forma, a única maneira de se prevenir efetivamente é usar a camisinha em todas as relações sexuais e procurar regularmente o serviço de saúde para realizar os exames de rotina. Caso haja alguma exposição de risco (por exemplo, relação sem camisinha), é preciso procurar um profissional de saúde para receber o atendimento adequado.


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