DOR EM PACIENTES COM OSTEOPOROSE

A osteoporose é um quadro clínico que causa a redução da densidade óssea do paciente, tornando-os mais porosos e menos resistentes, o que facilita o aparecimento de fraturas.

A osteoporose é uma doença silenciosa que pode não causar sintoma algum até que surja alguma fratura no paciente.

No ciclo de vida normal de um paciente saudável os ossos aumentam em densidade progressivamente até cerca de 30 anos, quando são mais fortes. Depois desse período, visto que a degradação excede a formação, os ossos diminuem lentamente em densidade. Se o corpo for incapaz de manter uma quantidade adequada de formação óssea, os ossos continuam perdendo densidade e podem se tornar cada vez mais frágeis, o que resulta em osteoporose.

Cerca de oito milhões de mulheres e dois milhões de homens nos Estados Unidos têm osteoporose. Existem dois tipos principais de osteoporose: Continue lendo

DOR CRÔNICA

Dor crônica é aquela que persiste ou recorre por meses, persiste por mais de 1 mês após a resolução de uma lesão tecidual aguda ou acompanha uma lesão que não se cura. 

A dor crônica pode tornar o sistema nervoso mais sensível à dor. Por exemplo, a dor crônica estimula repetidamente as fibras nervosas e as células que detectam, enviam e recebem sinais de dor. Estimulação repetida pode alterar a estrutura das fibras e células nervosas (chamado remodelação) ou fazer com que as mesmas fiquem mais ativas. Por conseguinte, pode ocorrer dor com uma estimulação que normalmente não seria dolorida, ou o estímulo doloroso pode parecer mais forte. Este efeito é chamado sensibilização.

Além disso, áreas do tecido muscular e conjuntivo podem tornar-se muito sensíveis ao toque. Estas áreas são chamadas pontos-gatilho uma vez que ao tocá-las, frequentemente há o desencadeamento de dores inexplicadas que irradiam para outras áreas do corpo. Continue lendo

O QUE É DOR?

A dor é a experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos.

Cada indivíduo aprende a utilizar esse termo através das suas experiências anteriores.

A dor continua sendo uma das grandes preocupações da Humanidade. Desde os primórdios do ser humano, conforme sugerem alguns registros gráficos da pré-história e os vários documentos escritos ulteriormente, o Conheça mais sobre a Dor sempre procurou esclarecer as razões que justificassem a ocorrência de dor e os procedimentos destinados a seu controle. Continue lendo

VULVODÍNEA

A vulvodínia foi documentada pela primeira vez na literatura médica em 1880, descrita como ‘hipersensibilidade da vulva’ e uma ‘fonte frutífera de dispareunia’ (dor durante o sexo).

A Escola Americano de Obstetrícia e Ginecologia define a vulvodínia como dor na vulva que dura três meses ou mais e não é causada por uma infecção, problema de pele ou outra questão médica; a condição pode surgir de repente ou lentamente, com o tempo. Onde há dois tipos distintos: Vulvodínea Geral e Vulvodínea localizada.

Já a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor define a vulvodínia como uma síndrome de dor crônica na área vulvar em ausência de um processo infeccioso, dermatológico, metabólico, auto-imunitário ou neoplásico. Continue lendo

5 MÉTODOS ANESTÉSICOS DO PASSADO

Ter à disposição um comprimido para aliviar a dor é algo bastante moderno. No entanto, a dor tem sido parte da existência humana ao longo de nossa história.

Nos séculos passados, era preciso apelar para substâncias como éter, animais como peixes elétricos e até procedimentos como um enema com fumaça de tabaco. Continue lendo

VAGINISMO E DISPAREUNIA – O DESCONFORTO NO ATO SEXUAL

Vaginismo e Dispareunia são disfunções sexuais que causam dor na relação ou mesmo impedem a penetração durante o sexo.

Dispareunia é o termo médico usado para descrever a sensação de desconforto ou dor durante o ato sexual. Para ser mais exatos, dispareunia é definida como uma dor ou desconforto constante ou persistente que inicia-se no momento da penetração, durante o ato sexual ou logo após o seu fim.

 
A dispareunia pode ocorrer em ambos os sexos, mas é muito mais comum nas mulheres.

O vaginismo é uma das principais causas de dispareunia, sendo caraterizado pela contração involuntária dos músculos da vagina, o que dificulta a penetração ou mesmo a impede e causa  muita dor durante o ato sexual. O vaginismo tanto pode ser a causa como uma consequência da dor durante do sexo.

Essa contração muscular involuntária é uma autodefesa da mulher à alguma situação que a mesma encara como ameaçadora, como penetração durante a relação sexual, exame ginecológico, uso de absorvente interno, ou qualquer situação que acredita que haverá presença de dor.

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