INALAÇÃO DE FUMAÇA: RISCOS E CONSEQUÊNCIAS

A composição química da fumaça depende do material queimado, mas sempre contém monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio e dióxido de enxofre, dentre outras substâncias geralmente tóxicas. 

Incêndios e queimaduras são a terceira maior causa de acidentes fatais domiciliares, respondendo por cerca de 2.600 mortes e 13.000 feridos conforme estatísticas anuais norte-americanas.

Muitas mortes foram devidas à inalação de fumaça, sendo 80% atribuível à intoxicação por monóxido de carbono. Entre os pacientes com lesões cutâneas e inalatórias, estima-se que 77% das mortes estão relacionadas a complicações pulmonares.

A propagação da fumaça se dá a uma velocidade muito grande, maior às vezes que a capacidade de fuga das pessoas. Ao impedir a visibilidade, ela ocasiona medo e desorientação, dificultando ainda mais a retirada de pessoas de um ambiente enfumaçado. Continue lendo

ESTÁGIOS DO CÂNCER DE PULMÃO

Doença caracterizada por crescimento acelerado, anormal e descontrolado em tecidos do pulmão.

A maioria dos tumores que começam no pulmão (ou seja, tumores primários de pulmão) são cânceres derivados das células epiteliais (ou seja, carcinomas). Os principais tipos de câncer de pulmão são o adenocarcinoma(AC), o carcinoma de pulmão de células escamosas (CPCE), o carcinoma de pulmão de grandes células(CPGP) e o carcinoma de pulmão pequenas células (CPCP).

A causa mais comum do câncer de pulmão é a exposição a longo prazo à fumaça do tabaco. A grande maioria (85%) dos casos de câncer de pulmão são causados pelo tabagismo a longo prazo. Não fumantes compreendem cerca de 10-15% dos casos, e são, frequentemente, atribuídos a fatores genéticos, gás radônio, asbesto ou poluição do ar, incluindo o tabagismo passivo. Continue lendo

HANTAVIROSE: INFORMATIVO

A hantavirose é uma zoonose infecciosa aguda grave, provocada pelo hantavírus, o qual está presente em ratos silvestres, que vivem em áreas rurais.

Nas Américas, a hantavirose é considerada uma doença emergente e se manifesta sob diferentes formas, desde doença febril aguda inespecífica, cuja suspeita diagnóstica é baseada fundamentalmente em informações epidemiológicas, até quadros pulmonares e cardiovasculares mais severos e característicos. Nesse continente, a hantavirose se caracterizava pelo extenso comprometimento pulmonar, razão pela qual recebeu a denominação de síndrome pulmonar por hantavírus (SPH). A partir dos primeiros casos detectados na América do Sul, foi observado importante comprometimento cardíaco, passando a ser denominada de Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH).

A ocorrência da Hanavirose se deve principalmente a distúrbios ecológicos, destacando-se desmatamentos, alterações em ecossistemas associados ao comportamento econômico, social e cultural do homem. A virose surge como um importante problema de saúde pública tanto em zonas rurais como em zonas urbanas. Continue lendo