HEMIFUMARATO DE QUETIAPINA

Em adultos, hemifumarato de quetiapina é indicado para o tratamento da esquizofrenia, como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar, dos episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar, no tratamento de manutenção do transtorno afetivo bipolar I (episódios maníaco, misto ou depressivo) em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato, e como monoterapia no tratamento de manutenção no transtorno afetivo bipolar (episódios de mania, mistos e depressivos).

Em adolescentes (13 a 17 anos), hemifumarato de quetiapina é indicado para o tratamento da esquizofrenia.

Em crianças e adolescentes (10 a 17 anos), hemifumarato de quetiapina é indicado como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar. Continue lendo

NITROFURANTOÍNA: CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Também conhecido como Macrodantina®, este medicamento é agente antibacteriano indicado no tratamento de infecções urinárias agudas e crônica.

A nitrofurantoína inibe processos bacterianos vitais, tais como síntese de proteínas e da parede celular, o que resulta em morte das bactérias. Seu tempo médio estimado para início de ação é de algumas horas.

A nitrofurantoina não se enquadra em nenhum grupo de antibiótico específico.

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CETOCONAZOL COMPRIMIDOS – CARACTÉRISTICAS FARMACOLÓGICAS

Fármaco antimicótico e antifúngico, o cetoconazol é um derivado do imidazol, usado atualmente principalmente nas formas tópica, como gel, creme e shampoo. Sua forma oral existe, porém é mais tóxica que outros antifúngicos.

Devido ao risco de toxicidade hepática grave, cetoconazol comprimido deve ser utilizado apenas se os benefícios potenciais forem considerados superiores aos potenciais riscos, considerando outras terapias antifúngicas eficazes.

O cetoconazol comprimido está indicado para o tratamento das seguintes infecções fúngicas sistêmicas, blastomicose, coccidioidomicose, histoplasmose, cromomicose, e paracoccidioidomicose, em pacientes que apresentaram falha ou intolerância a outras terapias. Continue lendo

DEXTROCETAMINA – FARMACOLOGIA

A dextrocetamina é um anestésico geral de ação rápida, não barbitúrico, para uso parenteral. Quimicamente a dextrocetamina é designada de S-(o-clorofenil)-2-(metilamino) ciclohexanona. É apresentada na forma de solução ligeiramente ácida (pH 3,5-5,5), para administração intravenosa ou intramuscular.

A dextrocetamina produz um estado anestésico, caracterizado por profunda analgesia, com reflexos laringofaringeanos normais, tono dos músculos esqueléticos normal ou ligeiramente aumentado e discreto estímulo cardiovascular e respiratório. Ocasionalmente acarreta uma depressão respiratória mínima, de caráter transitório. Continue lendo

FLUCONAZOL – PRINCIPAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

O Fluconazol é um antifúngico na classe dos antifúngicos triazólicos. Está disponível para administração oral e intravenosa, sendo um potente inibidor da síntese de esterol, nos organismos susceptíveis.

A forma tópica do fluconazol não é muito usual, assim o fluconazol não é vendido em pomadas ou cremes. Para o tratamento tópico ou intravaginal das infecções fúngicas, outros antifúngicos são indicados, como Cetoconazol, Miconazol ou Clotrimazol, por exemplo.

O Fluconazol é habitualmente vendido em comprimidos de 50 mg, 100 mg, 150 mg ou 200 mg. Em suspensão oral, existem as doses de 50 mg/5 ml ou 200 mg/5 ml. Continue lendo

AMIODARONA: FARMACOLOGIA BÁSICA

A Amiodarona é um fármaco do grupo dos antiarrítmicos da classe III de amplo espectro e um potente vasodilatador. Prolonga o Intervalo QRS no eletrocardiograma, prolongando o potencial de ação e diminuindo a frequência cardíaca.

Aumenta a irrigação do coração pelos vasos coronário. É também um antagonista fraco dos receptores adrenérgicos, alfa e beta.

Age diretamente sobre o miocárdio bloqueando os canais de potássio. Portanto atrasa a depolarização e aumenta a duração do potencial de ação.

 A amiodarona é uma derivado benzofurânico de utilidade no tratamento das arritmias ventriculares, na taquicardia paroxística supraventricular, fibrilação e “flutter” atrial. Em sua composição apresenta grande quantidade de iodo que corresponde a 37% de sua massa. É metabolizada pelo fígado e dá origem ao metabólito n-desetil amiodarona. Tem tendência a acumular fosfolípides em células e tecidos, sendo tóxica, embora seus efeitos cardíacos a coloquem entre as importantes drogas no tratamento das arritmias cardíacas. Continue lendo

DIGOXINA E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

A Digoxina é um fármaco utilizado em pacientes com problemas cardíacos. É um digitálico, ou seja, um glicosídeo cardiotônico, e é proveniente da planta (Digitalis lanata).

Digoxina é um fármaco digitálico, sendo estes potencialmente tóxicos para o corpo humano. Seu uso vem sendo reduzido drasticamente devido aos efeitos colaterais

Este fármaco tem efeito inotrópico positivo, ou seja, aumenta a força da contração cardíaca. Seu modo de ação é por meio da ligação reversível à Na+/K+ ATPase. Ao inibi-la, a digoxina aumenta a quantidade de sódio no cardiomiócito. Isto vai aumentar a eficiência das trocas de sódio-cálcio (liberta 3 Na+ por 1 Ca2+ que vem para o meio intracelular), aumentando assim a concentração intracelular de cálcio. Desta forma vai haver um aumento da concentração de cálcio no interior da célula, o qual vai ser armazenado no retículo sarcoplasmático, aumentando assim a quantidade de cálcio disponível em cada potencial de ação. Consequentemente aumenta a força de contração do coração (efeito inotrópico positivo) e diminui a frequência cardíaca (porque mais cálcio significa um maior período refratário).

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