VACINA CONTRA ROTAVÍRUS

Consideradas seguras, foram introduzidas no calendário infantil de imunização, nos Estados Unidos e em vários países da América Latina, incluindo-se o Brasil. Estudos recentes mostram que essas vacinas conferem proteção contra as infecções graves que requerem internação, em torno de 85 a 95%, e no total das infecções por rotavírus, de 72 a 74%.

A vacina utilizada contra o Rotavírus, incluída no calendário infantil brasileiro, em outros países da América Latina e Europa, é o Rotarix® do laboratório Glaxo Smith Kline Biologicals. Trata-se de uma vacina oral, atenuada, monovalente (G1P1A[8]), cepa RIX4414, com elevada imunogenicidade, eficácia e segurança. A vacina é aplicada nas idades de 2 meses (1ª. dose) e 4 meses (2ª. dose). Continue lendo

DOENÇA CONSIDERADA RARA, PORÉM COMUM NO SUL E SULDESTE DO BRASIL, PODE LEVAR AO SURGIMENTO DO CÂNCER

A Síndrome de Li-Fraumeni é uma série de tipos de câncer causados pela mutação no TP53, considerado um “guardião do genoma”.

Quando as células se dividem e ocorre um erro, o organismo tem que corrigir esse erro para que a célula não fique alterada ou provocar a morte desta célula. O câncer ocorre quando o organismo não consegue fazer nenhuma das duas coisas, e as células danificadas se proliferam desordenadamente.

O TP53 executa várias funções no ciclo celular e tenta impedir justamente que as células que têm erros se proliferem, dando origem a tumores. Uma mutação nele compromete essa característica. E basta que um dos pais tenha a mudança para que ela seja passada adiante. Continue lendo

POR QUE O BRASIL NÃO VACINA OS MACACOS CONTRA A FEBRE AMARELA?

Depois de dezenas de mortes suspeitas de macacos, que poderiam ter sido vítimas da febre amarela, e da corrida da população a postos de saúde, para tentar se imunizar contra a doença, especialistas em doenças tropicais no Brasil levantam uma questão:

Por que não vacinar também os macacos contra o vírus?

Os primatas são hospedeiros do vírus da febre amarela. Eles não o transmitem a outros macacos ou a seres humanos diretamente. O contagio só aconteceria se um mosquito picasse o macaco infectado e, na sequência, picasse uma pessoa. Mas evitar que os macacos se contaminem com o vírus poderia, sim, ser uma maneira de aumentar a proteção à população das cidades. Continue lendo

ABUSO DE MEDICAMENTOS: AUTOMEDICAÇÃO NO BRASIL

No geral, quando nós pensamos em abuso de medicamentos, estamos sugestionados a lembrar de substâncias que mexem com a química do cérebro, tais como os antidepressivos, benzodiazepínicos, depressores do sistema nervoso central e etc, uma vez que esses têm tendência a criação de dependência física ou psicológica, porém o perigo não está somente nesses medicamentos. Aquele simples analgésico que se tem em casa, pode ser uma droga de abuso usada por pessoas que não têm consciência de suas consequências.

A maioria dos brasileiros toma remédios sem prescrição médica, colocando a vida em risco. A prática chamada como automedicação é praticada por milhares de pessoas, mesmo aquelas que não têm consciência de que isso pode lhe trazer riscos à saúde.

O problema da automedicação é uma realidade no país. A maioria dos lares tem um pequeno estoque de medicamentos usados comumente para aliviar os sintomas de dor e febre. Porém, o uso desses medicamentos que, aparentemente, não fazem mal algum, pode trazer sérios riscos à saúde. Para os especialistas, os remédios que podem ser comprados sem prescrição médica são mais usados do que as drogas ilícitas. Continue lendo

PRIMEIRA VACINA NO BRASIL – SUA HISTÓRIA EM RESUMO

O médico inglês Edward Jenner, após inúmeras observações, percebeu que pessoas que conviviam com vacas – inclusive as adoecidas pela varíola – e possuíam ferimentos tais como esses animais, não eram contagiados. Assim, injetou o pus dessas vacas em um menino saudável e, tempos depois, apesar das reações adversas, foi inoculado com a varíola humana e não adoeceu.

Assim, continuou esse procedimento em várias pessoas, retirando o pus dos adoecidos e transferindo para as pessoas, como forma de prevenir a moléstia. Anos depois, inoculou no garoto que participou de seu primeiro experimento e em mais duas pessoas e ambos continuaram imunes.

Continue lendo

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DE HIV / AIDS NO BRASIL 2016

RESUMO:

boletim-epidemio

Atualmente, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais lança dois Boletins Epidemiológicos ao ano. O primeiro, sempre em julho, apresenta dados referentes aos casos de hepatites virais no país. O segundo, e mais tradicional, apresenta e analisa informações referentes aos casos de aids em toda a população brasileira, inclusive em mulheres grávidas. Nesse último, há, ainda, dados sobre sífilis em gestantes e sífilis congênita.

O Boletim Epidemiológico HIV/Aids do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), do Ministério da Saúde (MS), publicado anualmente, apresenta informações e analises sobre os casos de HIV/aids no Brasil, regiões, estados e capitais, de acordo com os principais indicadores epidemiológicos e operacionais estabelecidos.

Continue lendo

ESTATISTICAS DO HIV/AIDS NO BRASIL 2016

app_featQUEDA NOS CASOS DE MORTES POR HIV/AIDS

A taxa caiu de 9,7 óbitos por 100 mil habitantes, em 1995, para 5,6 em 2015. Ou seja, a taxa de mortalidade em 20 anos caiu  42,3%.

Segundo o Ministério da Saúde, o incentivo ao diagnóstico e ao tratamento precoce, antes dos primeiros sintomas, refletiram na redução dessas mortes.

Continue lendo