SANGUE NAS FEZES DO BEBÊ: PRINCIPAIS MOTIVOS

Encontrar sangue nas fezes dos bebês, sejam eles recém nascidos ou com um pouco de idade, pode ser algo muito  desesperador para os pais.

A causa mais comum e menos grave de cor avermelhada ou muito escura nas fezes do bebê, está relacionadas ao consumo de alimentos como beterraba, tomate e gelatina. O corante destes alimentos pode deixar as fezes com uma coloração avermelhada, mas que não está relacionada à presença de sangue, embora possa confundir os pais. Continue lendo

ASSADURA DE BEBÊ – INFORMATIVO

As assaduras são geralmente causadas por fraldas molhadas ou roupa interior que ficou muito tempo em contato com a pele do bebê. A urina, a fricção, as fezes e o ambiente quente que existem numa fralda de bebê são os responsáveis pelo aparecimento das assaduras.

O eritema da pele, mas comum devido ao uso da fralda ou também chamado “assadura da fralda” resulta da irritação e maceração da pele do seu bebê.

Pode-se notar que a pele fica vermelha, irritada e mais frágil na zona da fralda – à volta das nádegas, coxas e zona genital.  Continue lendo

POR QUE DOCES E EXCESSO DE AÇÚCAR NÃO FAZEM BEM A BEBÊS?

O açúcar pode ser consumido, porém em quantidade muito reduzidas e somente após o 6 mês de vida da criança. O consumo em excesso pode desencadear processos indesejáveis e prejuízo a saúde dos bebês

O açúcar em excesso é um perigo, e não só para os dentes dos bebês, a ingestão excessiva de açúcar pode deixar as crianças pequenas irritadas e dispersivas. É que o doce, além de provocar mais concentração de insulina no sangue, também aumenta a quantidade de adrenalina; e esse hormônio, em excesso, pode provocar ansiedade, excitação e dificuldade de concentração.

Segundo os pesquisadores, os efeitos negativos da ingestão de doces, balas e refrigerantes são maiores e mais evidentes quando a criança come açúcar com o estômago vazio.

Um exame das ondas cerebrais de crianças, logo após elas terem comido doces e bebido refrigerantes, revelou, na grande maioria dos casos, mudanças significativas na capacidade de concentração. Adultos, submetidos a dieta semelhante, não apresentam os mesmos efeitos. Continue lendo

BEBÊS PREMATUROS – DICAS IMPORTANTES

Existe um tempo ideal para a gravidez, que são os 9 meses ou mais corretamente 40 semanas, podendo considerar-se normal o bebê nascer 3 semanas antes ou uma depois das 40 semanas.

A partir das 24 semanas de gestação o feto é considerado viável, pelo que a partir dessa altura poderá nascer, ainda que o seu prognóstico seja reservado. Se o bebê nascer entre as 24 e as 36 semanas mais 6 dias é considerado um bebê prematuro ou pré-termo, isto é, que nasceu antes do tempo considerado espectável.

Se o bebê nasce entre as 37 e as 42 semanas denomina-se de recém-nascido de termo, isto é, que atingiu o tempo considerado normal e suficiente para estar apto a sobreviver sem ajuda para respirar ou comer. Claro que o fato de um bebê nascer prematuro ou de termo não quer imperativamente dizer que este necessite ou não de ir para a neonatologia (serviço com incubadoras, especializado em recém-nascidos com dificuldades de adaptação ao meio fora do útero materno), isto tudo depende da maneira como o bebé responde à vida fora da barriga da mãe.  Continue lendo

COMO MELHORAR O SONO NOTURNO DOS BEBÊS?

Acordar durante a noite é uma parte natural do ciclo de sono de todos nós, incluindo os bebês. Normalmente, passamos por fases de transição entre a vigília e o sono, depois pelo sono leve, o sono com sonhos e finalmente o sono profundo. O processo inverso acontece até que voltemos a acordar (muitas vezes sem nem perceber).

Cada um desses ciclos dura aproximadamente uma hora e meia, e tanto adultos como crianças completam, em média, cerca de cinco deles por noite.

Geralmente, não chegamos a lembrar que acordamos porque costumamos simplesmente mudar de posição, nos reacomodar no travesseiro e voltar a dormir. No caso dos bebês (a partir de seis semanas), eles podem acabar despertando de vez por uma série de motivos.

Se isso estiver acontecendo na sua casa, experimente: Continue lendo

DIABETES GESTACIONAL

Assim como na diabetes melitus, o diabetes gestacional é uma doença que afeta a forma como as células utilizam a glicose (açúcar), provocando níveis elevados desta substância no sangue, situação que pode afetar o curso da gravidez e a saúde do bebê.

Diabetes gestacional é aquela que é diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez. Isto não significa necessariamente que o quadro de diabetes está sendo causado pela gestação, mas na maioria das vezes é isso o que realmente ocorre. Cerca de 5% das gestantes desenvolvem diabetes, o que faz com que este problema seja um dos mais comuns durante a gravidez.

Ele surge durante a gravidez e costuma desaparecer após o nascimento do bebê. Mulheres que são diabéticas e engravidam não são consideradas portadoras de diabetes gestacional. O diabetes gestacional é aquele que aparece somente após iniciada a gravidez.

Apesar do diabetes gestacional ser considerado uma situação de gravidez de alto risco, os cuidados médicos e o envolvimento da gestante possibilitam que a gestação corra tranquilamente e que os bebês nasçam no momento adequado e em boas condições de saúde.

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OTITE EM BEBÊS E CRIANÇAS

A otite é uma inflamação do ouvido médio (espaço atrás do tímpano), muito frequente durante a infância, principalmente em crianças menores de 3 anos de idade, que vão à creche e que acumularam mucosidade em consequência de um catarro ou gripe.

A otite pode ser causada por uma infecção originada na garganta. Os vírus e bactérias chegam ao ouvido médio através da trompa de Eustáquio. A infecção do ouvido médio produz o acúmulo de pus e fluídos que pressionam sobre o tímpano ocasionando dor e perda da audição na criança.

As otites são as causas mais comuns de perda de audição em crianças, mas se diagnosticadas e tratadas corretamente, a audição geralmente volta aos limiares de normalidade. Sabe o que significa uma leve perda de audição de uma criança? Sérios prejuízos na aquisição de linguagem, desenvolvimento cognitivo e aprendizado, pois tudo está ligado um ao outro.

Embora os casos tenham sofrido uma redução, alguns estudos afirmam que é normal os bebês terem otite pelo menos uma vez até completarem 1 ano de vida. A frequência acontece por conta da maior abertura e permeabilidade da tuba auditiva, o conduto que liga a parte de trás do nariz com o ouvido médio. Além disso, há outros fatores comuns que fazem com que crianças dessa faixa etária tenham mais pré-disposição: pior controle de rinites e a entrada na creche depois do fim da licença-maternidade das mães, quando a criança está apenas com 4 ou 5 meses.

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