CIGARROS ELETRÔNICOS: PROIBIDOS NO BRASIL, ESTES AGORA TERÃO DEBATE PÚBLICO NA ANVISA

Cercados por controvérsias no mundo, os cigarros eletrônicos são a aposta das indústrias para um futuro sem fumaça ou pelo menos bem menos – diante de um número menor de fumantes a cada ano. Empresas do setor trabalham para que a substituição gradual aconteça. O argumento é de que são menos prejudiciais à saúde, por aquecer o tabaco em vez de queimá-lo.

Proibidos no Brasil desde 2009, os chamados vaporizadores terão o debate público no país pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na próxima quarta-feira, em Brasília, a agência sediará um seminário com a participação de pesquisadores, indústrias e entidades antitabagistas.

“O objetivo é ouvir de todos os atores interessados no tema, sejam da indústria, sejam do setor de saúde, posições e estudos sobre os dispositivos eletrônicos para fumar”, informa a Anvisa.  Continue lendo

LIXIANA É APROVADO PELA ANVISA

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta terça-feira (6) novo medicamento que evita a coagulação do sangue e, com isso, previne condições como o AVC (Acidente Vascular Cerebral).

A droga, chamada de Lixiana (edoxabana), também previne trombose venosa e embolia pulmonar.

Essas condições têm em comum o fato de que podem ser causadas por pequenos coágulos que bloqueiam a passagem do sangue.

A Edoxabana pertence à classe de novos anticoagulantes que começaram a ser pesquisados a partir dos anos 2000. Continue lendo

OCRELIZUMABE É APROVADO PARA TRATAMENTO DE ESCLEROSE MÚLTIPLA

Pacientes que sofrem de esclerose múltipla passaram a ter uma nova opção com a aprovação do Ocrelizumabe, que recebeu registro da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O novo medicamento, produzido pela Roche, impede surtos da doença.

A esclerose múltipla é uma condição em que o sistema de defesa “ataca” a estrutura que reveste as células nervosas: a bainha de mielina. Continue lendo

NOVO MEDICAMENTO PARA CÂNCER DE MAMA

A Agência de Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a comercialização do medicamento Ibrance (palbociclibe), um tratamento inovador no combate ao câncer de mama avançado em mulheres do tipo estrogênio receptor positivo (ER+) e HER2-. Ou seja, tumores que crescem em resposta ao hormônio estrogênio e não estão relacionados à proteína HER2. Considerado um câncer muito comum entre o público feminino, há mais de dez anos não se ouvia falar em tratamentos inovadores para tratar esse tipo de tumor. Continue lendo

ANVISA APROVA VACINA MAIS EFICAZ CONTRA O HPV

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou essa semana uma vacina mais eficaz contra o papilomavírus humano (HPV). O imunizante, chamado de Gardasil 9, inclui os subtipos 31, 33, 45, 52 e 58 do HPV, além dos subtipos 6, 11, 16, 18 que existiam na versão anterior do produto.

Isso significa que ela aumenta a proteção contra o vírus ao aumentar de quatro para nove subtipos do vírus HPV, associados ao desenvolvimento câncer de útero, vulva, vagina e ânus. Continue lendo

LENALIDOMIDA É INCLUÍDA NA LISTA DE CONTROLE ESPECIAL

A lenalidomida é uma substância nova para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário ou que reapareceu (MMRR) que receberam ao menos um esquema prévio de tratamento.

Será indicada também para o tratamento de pacientes com anemia dependente de transfusões recorrentes decorrente de síndrome mielodisplásica (SMD) de risco baixo ou intermediário-1, associada à anormalidade citogenética de deleção 5q, com ou sem anormalidades citogenéticas adicionais.


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ANVISA APROVA VACINAÇÃO EM FARMÁCIAS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova resolução que permite que qualquer estabelecimento de saúde faça vacinação, incluindo farmácias e drogarias.

A regulamentação da medida deverá ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias. A decisão foi tomada pela Diretoria Colegiada da instituição.

Com a nova resolução, qualquer farmácia vai poder fazer vacinação. No entanto é preciso levar receita médica para as vacinas que são opcionais. Para as outras, do calendário básico, não é exigida receita. Mas é preciso pagar pelo produto. Continue lendo