NOVO MEDICAMENTO PARA CÂNCER DE MAMA

A Agência de Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a comercialização do medicamento Ibrance (palbociclibe), um tratamento inovador no combate ao câncer de mama avançado em mulheres do tipo estrogênio receptor positivo (ER+) e HER2-. Ou seja, tumores que crescem em resposta ao hormônio estrogênio e não estão relacionados à proteína HER2. Considerado um câncer muito comum entre o público feminino, há mais de dez anos não se ouvia falar em tratamentos inovadores para tratar esse tipo de tumor. Continue lendo

ANVISA APROVA VACINA MAIS EFICAZ CONTRA O HPV

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou essa semana uma vacina mais eficaz contra o papilomavírus humano (HPV). O imunizante, chamado de Gardasil 9, inclui os subtipos 31, 33, 45, 52 e 58 do HPV, além dos subtipos 6, 11, 16, 18 que existiam na versão anterior do produto.

Isso significa que ela aumenta a proteção contra o vírus ao aumentar de quatro para nove subtipos do vírus HPV, associados ao desenvolvimento câncer de útero, vulva, vagina e ânus. Continue lendo

LENALIDOMIDA É INCLUÍDA NA LISTA DE CONTROLE ESPECIAL

A lenalidomida é uma substância nova para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário ou que reapareceu (MMRR) que receberam ao menos um esquema prévio de tratamento.

Será indicada também para o tratamento de pacientes com anemia dependente de transfusões recorrentes decorrente de síndrome mielodisplásica (SMD) de risco baixo ou intermediário-1, associada à anormalidade citogenética de deleção 5q, com ou sem anormalidades citogenéticas adicionais.


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ANVISA APROVA VACINAÇÃO EM FARMÁCIAS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova resolução que permite que qualquer estabelecimento de saúde faça vacinação, incluindo farmácias e drogarias.

A regulamentação da medida deverá ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias. A decisão foi tomada pela Diretoria Colegiada da instituição.

Com a nova resolução, qualquer farmácia vai poder fazer vacinação. No entanto é preciso levar receita médica para as vacinas que são opcionais. Para as outras, do calendário básico, não é exigida receita. Mas é preciso pagar pelo produto. Continue lendo

INSULINA NPH, DA INDAR, É SUSPENSA NO BRASIL

Foi publicada, no Diário Oficial dessa semana, a Resolução 3.156/17, que suspende a importação, distribuição e uso de todos os lotes de insulina NPH fabricada por Private Joint Stock Company Indar, localizada em Kiev, Ucrânia.

A determinação decorre de descumprimento de normas de qualidade da Anvisa.

Caso você faça uso deste produto, procure o profissional prescritor. Continue lendo

NOVOS MEDICAMETOS APROVADOS PARA TRATAR HEPATITE C

Dois medicamentos novos aprovados pela Anvisa vão ampliar as opções para o tratamento da hepatite C no Brasil. As novidades deixam o país mais próximo de uma cura total da hepatite C e eliminação da sua transmissão.

O primeiro é o medicamento Zepatier®, uma associação em dose fixa dos princípios ativos elbasvir e grazoprevir. O medicamento é indicado para administração por via oral em adultos uma vez ao dia, para o tratamento da hepatite C genótipos 1 ou 4 em adultos.

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ENTENDA O PrEP BRASILEIRO – NOVA FORMA DE PREVENÇÃO AO HIV

A partir deste mês, o governo brasileiro irá disponibilizar no Sistema Único de Saúde (SUS) a terapia PrEP, que, por meio de um comprimido por dia, previne a infecção pelo HIV. O remédio, que tem efeitos colaterais, será reservado para casos específicos dentro de grupos de vulnerabilidade, como profissionais do sexo, pessoas transexuais, casais sorodiferentes – quando apenas um deles possui o vírus – e homens que fazem sexo com homens.

PrEP é a sigla para profilaxia pré-exposição, que impede a multiplicação do vírus nas células de defesa do organismo caso haja a contaminação. A medida é mais uma tentativa de frear a alta de infecções, que voltaram a crescer no país entre diferentes grupos, de jovens a idosos.

O medicamento não tem qualquer efeito sobre outras infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis, gonorréia, HPV, hepatite B, além de também não prevenir a gravidez. Por isso, não substitui a camisinha. “O preservativo continua sendo a principal estratégia de prevenção”, afirma Maria Clara Gianna, coordenadora-adjunta do Programa Estadual de DST/Aids da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Continue lendo