RESSACA – TEM COMO EVITAR?

Uma ressaca é um conjunto de sinais e sintomas desagradáveis que normalmente se desenvolvem depois que uma pessoa tenha bebido muito álcool. Ressacas frequentes também estão associadas a um mau desempenho geral e a conflitos no trabalho. Como regra, quanto mais álcool a pessoa beber, mais provável é que tenha uma ressaca no dia seguinte.

As ressacas são causadas quando a pessoa ingere uma quantidade excessiva de álcool. As doses da bebida alcoólica necessárias para desencadear uma ressaca são muito variáveis de uma pessoa para outra. Para alguns, pouca bebida já é o bastante para ter uma ressaca, enquanto outras podem beber pesadamente e escapar dela.

Qualquer pessoa pode experimentar uma ressaca, mas alguns fatores podem tornar as pessoas mais susceptíveis a tê-las: (1) variação genética; (2) beber com o estômago vazio; (3) associação do álcool com o fumo ou outras drogas; (4) não ter dormido bem; (5) ter história familiar de alcoolismo; (6) ingerir bebidas alcoólicas de cor mais escura. Continue lendo

ÁLCOOL E MEDICAMENTOS – PERIGO REAL

O consumo de álcool per capita no Brasil  chegou a 8,9 litros em 2016 e superou a média internacional, de 6,4 litros por pessoa. Com isso, o País figura na 49.ª posição do ranking entre os 193 avaliados. Os dados foram divulgados ontem pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A OMS não vê o consumo do álcool em si como um problema, mas considera que o uso excessivo e a falta de controle em certas situações podem se transformar em ameaça.

Associada a essa situação temos uma alta crescente do uso de medicamentos no Brasil, este que em 2016 chegou à marca de 4,5 bilhões de medicamentos vendidos no Brasil, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA . Continue lendo

RESSACA: ENTENDA

A ressaca, como é conhecida popularmente, também pode ser chamada de Veisalgia e descreve a soma dos efeitos fisiológicos desagradáveis que se seguem após uma grande ingestão de bebida alcoólica.

As características comumente relatadas para o estado incluem dores de cabeça, náuseas, sensibilidade a luz e a ruídos, letargia, diarreia, disfonia, sudorese e sede.

Embora a ressaca possa ser sofrida a qualquer tempo, geralmente aparece pela manhã após uma noite de bebedeira. Além dos sintomas físicos, uma ressaca também pode incluir sintomas psicológicos, como depressão e ansiedade. Continue lendo

PANCREATITE AGUDA

A pancreatite é um processo inflamatório do pâncreas, que pode ser aguda ou crônica, de variadas causas.

O processo inflamatório pancreático, de aparecimento súbito (agudo) e etiologia variada, geralmente é acompanhada de importante comprometimento sistêmico. Cessada a causa que desencadeou a inflamação, a enfermidade poderá evoluir para a regeneração do órgão, com recuperação clínica, anatômica e fisiológica ou, então, marchar para sequelas decorrentes da cicatrização do parênquima. Em determinados casos pode provocar a morte.

O pâncreas é uma glândula grande situada atrás do estômago e perto do duodeno – a primeira parte do intestino delgado. Ele secreta sucos digestivos, ou enzimas, para o duodeno através de um tubo chamado ducto pancreático. Continue lendo

HEPATITE ALCOÓLICA

A hepatite se trata de qualquer inflamação no fígado, aguda ou crônica, que pode ser causada por infecções virais ou bacterianas, abuso de álcool, medicamentos, drogas, doenças hereditárias e doenças autoimunes.

Geralmente causada pelo consumo excessivo e abusivo de álcool durante um período prolongado, a hepatite alcoólica leva a uma inflamação e inchaço do fígado que começa a desregular as funções normais desse órgão.

Pessoas do sexo feminino estão mais suscetíveis a adquirir a doença, uma vez que o fígado nas mulheres tem menor capacidade de metabolizar o álcool.

Podemos citar 3 tipos de danos ao fígado causada por álcool, são elas: acúmulo de gordura, inflamação e cirrose (cicatrizes no fígado). Continue lendo

CIRROSE HEPÁTICA: O QUE É?

A cirrose é uma lesão hepática crônica resultante de uma variedade de causas, das quais levam à formação de cicatrizes e insuficiência hepática.

O fígado é capaz de reparar-se quando agredido. No entanto, se a agressão ocorrer de forma persistente ao longo de vários anos, o processo de reparação passa a envolver a criação de tecido cicatricial em vez de tecido com células hepáticas capazes de executar suas funções. Assim, situações nas quais há contínua agressão do fígado, como ocorre, por exemplo, com o consumo crônico e abusivo de álcool, podem causar cicatrizes em áreas significativas no fígado, processo no qual damos o nome de cirrose.

A cirrose é uma doença do fígado. Caracteriza-se por uma substituição progressiva dos tecidos saudáveis do fígado por nódulos e tecido fibroso, o que prejudica progressivamente a função hepática. Trata-se de uma doença grave e irreversível, que pode permanecer estável ou evoluir para falência do órgão. Continue lendo

SÍNDROME ALCOÓLICA FETAL (SAF)

A Síndrome Alcoólica Fetal é o termo usado para descrever o dano sofrido por alguns fetos quando a mãe ingere bebidas alcoólicas durante a gravidez.

A ingestão de álcool pela mãe durante a gravidez atinge a corrente sanguínea da mesma, passando, em seguida, para o feto através das trocas de nutrientes na placenta. Não há quantidade segura de álcool que possa ser ingerido durante a gravidez. Entretanto, a quantidade e a fase da gravidez podem aumentar o risco de surgimento da síndrome, o filho pode ser submetido a uma dose tóxica de álcool durante sua gestação.

A bebida alcoólica prejudica algumas áreas do cérebro do bebê e compromete funções importantes como o equilíbrio, aprendizado e memória e o relacionamento social.

O conhecimento acerca dos efeitos do álcool na gestação é considerado recente; acredita-se que os primeiros relatos surgiram em 1968 na França, onde pesquisadores descreveram graves efeitos adversos do álcool em 127 casos de filhos de mães alcoolistas. Após cinco anos, a terminologia “Síndrome Alcoólica Fetal” (SAF) foi proposta por Jones e Smith nos Estados Unidos, quando apresentaram um padrão de malformações em fetos de mães alcoolistas e critérios diagnósticos.

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