FORMAS DE TRANSMISSÃO DO HIV

O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) é o agente causal da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS). A AIDS é o estado mais avançado da infecção e se estabelece quando o HIV já destruiu o sistema imunológico (de defesa) da pessoa portadora do vírus.

Quando a transmissão do vírus, somente em secreções como sangue, esperma, secreção vaginal e leite materno, o vírus aparece em quantidade suficiente para causar a moléstia. Para haver a transmissão, o líquido contaminado de uma pessoa tem que penetrar no organismo de outra.

São considerados fluidos corporais não infectantes: saliva, urina, lágrimas, fezes e suor. Esclarecemos que a saliva, urina, e lágrimas não contém quantidade de HIV suficiente para infectar outra pessoa, independentemente da forma que a pessoa entre em contato com esses fluidos. Logo, não são fluidos capazes de transmitir o HIV. Continue lendo

HIV – JANELA IMUNOLÓGICA

Sendo o HIV a sigla que determina o Vírus da Imunodeficiência Humana, agente responsável por causar a AIDS – Síndrome da Imunodeficiência Humana. Temos o HIV como o vírus responsável por infectar humanos, atacando principalmente os linfócitos T CD4+ e debilitando o sistema imunológico do infectado.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

O HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

Justamente pelo HIV ser um vírus que pode apresentar um período de incubação prolongado, que foi desenvolvido o termo Janela Imunológica para ele. Continue lendo

REDUÇÃO DO HIV LATENTE NO CORPO COM USO DE CÉLULAS TRONCO

Cientistas espanhóis descobriram enormes reduções nos reservatórios do HIV-1 (Vírus da Imunodeficiência Humana) de cinco pacientes que foram submetidos a tratamento com transplante de células-tronco, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Annals of Internal Medicine.

Os reservatórios latentes de HIV são as células do corpo onde o HIV é capaz de persistir mesmo quando os pacientes estão em terapia antirretroviral. Se alguém diagnosticado com HIV não tomar a medicação, a quantidade de HIV no corpo (chamada carga viral) aumentará. Embora os medicamentos possam suprimir as cargas virais, eles não podem eliminar completamente os reservatórios latentes do HIV. Continue lendo

VACINA CONTRA AIDS – MITOS E VERDADES SOBRE ESSA NOVA NOTÍCIA

Fazia tempo que uma notícia sobre HIV não chamava tanto a atenção: uma nova tentativa de criar uma vacina que imunizaria pessoas saudáveis contra a infecção do HIV fez seus primeiros testes com humanos. Os resultado, promissores, foram publicados no periódico The Lancet. 

A AIDS carrega um impacto emocional que poucas outras doenças são capazes de alcançar. E, em assuntos como esse, é difícil separar fatos de especulação e até exagero.

Então vamos aos poucos: o que é uma vacina contra o HIV, como essa nova vacina foi criada, o que ela já pode fazer, e o que ela, por enquanto, só promete.

Imunizar as pessoas contra o HIV é uma ambição mundial há pelo menos 35 anos. Uma intervenção só que conseguisse prevenir esse mal causaria um impacto tremendo, que nem os avanços incríveis dos tratamentos conseguiram trazer. Continue lendo

O QUE É PEP? – PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO

A Profilaxia Pós-Exposição (PEP) de risco à infecção pelo HIV, hepatites virais e outras IST consiste no uso de medicamentos para reduzir o risco de adquirir essas infecções.

O esquema antirretroviral (ARV) da PEP para HIV foi simplificado na atualização do PCDT, em 2015, com recomendações de profilaxia pela avaliação do risco da situação de exposição e não mais por categoria de exposição (acidente com material biológico, violência sexual e exposição sexual consentida).

A PEP para HIV está disponível no SUS desde 1999; atualmente, é uma tecnologia inserida no conjunto de estratégias da Prevenção Combinada, cujo principal objetivo é ampliar as formas de intervenção para evitar novas infecções pelo HIV. Continue lendo

SINTOMAS DA AIDS

A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV – sigla em inglês) resulta de um dos dois retrovírus similares (HIV-1 e HIV-2) que destroem linfócitos CD4+ e prejudicam a imunidade mediada por células, aumentando o risco de certas infecções e cânceres.

Sendo assim a aids é causada pela infecção do vírus da imunodeficiência humana (HIV). Onde o vírus ataca o sistema imunológico para se multiplicar, destrói as células infectadas e assim continua, deteriorando o sistema imunológico do portador e propagando a doença.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter aids. Uma vez que aids é o doença e há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Continue lendo

MITOS E VERDADES SOBRE O HIV E AIDS

O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV, do inglês Human Immunodeficiency Virus) é um lentivírus que está na origem da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, uma condição em seres humanos na qual há deterioração progressiva do sistema imunitário, que propicia o desenvolvimento de infeções oportunistas e potencialmente mortais.

Apesar da evolução nas formas de tratamento e prevenção, a síndrome da imunodeficiência adquirida, mais conhecida pela sigla AIDS (do inglês “acquired immunodeficiency syndrome”), continua a ser uma preocupação dos brasileiros.

Segundo dados do Programa Conjunto das Nações Unidas (Unaids), 15 mil pessoas morreram em decorrência do vírus HIV, o causador da AIDS, em 2015, somente no Brasil. Continue lendo