SÍNDROME DA FADIGA CRÔNICA – DIAGNÓSTICO

Não há análises laboratoriais que confirmem o diagnóstico da síndrome da fadiga crônica. Portanto, os médicos precisam descartar outras doenças que podem causar sintomas semelhantes. Às vezes, os médicos realizam testes para descartar distúrbios como anemia, anormalidades de eletrólitos, insuficiência renal, distúrbios inflamatórios (como artrite reumatoide) ou distúrbios da tireoide ou das glândulas adrenais.

O diagnóstico da síndrome da fadiga crônica só é feito se não se encontrar qualquer outra causa, incluindo os efeitos colaterais dos medicamentos, que explique a fadiga e os demais sintomas.

O diagnóstico exige que a pessoa tenha os três sintomas a seguir:

  1. Uma redução ou comprometimento significativos na capacidade de realizar as atividades ocupacionais, educativas, sociais ou pessoais nos níveis anteriores à doença que dura mais de seis meses e é acompanhada de fadiga que costuma ser profunda, seu início foi recente ou definido (não vitalício), não resulta de esforço contínuo excessivo e não melhora com o descanso.
  2. A atividade física piora os sintomas†
  3. Sono não reparador†

Pelo menos um dos quesitos a seguir também é obrigatório:

  • Dificuldade para pensar†
  • Sensação de tontura ou vertigem quando a pessoa se levanta, que melhora quando a pessoa se deita
*Esses critérios diagnósticos foram propostos pelo Instituto de Medicina (atualmente denominado Divisão de Saúde e Medicina da Academia Nacional de Ciência, Engenharia e Medicina) em fevereiro de 2015.
A frequência e a gravidade dos sintomas são importantes. Com frequência, o diagnóstico deve ser questionado se a pessoa não tiver esses sintomas pelo menos metade do tempo com intensidade moderada, significativa ou grave.

 



FONTE:

– MSD Manuals, Versão Saúde para a Família [Síndrome da Fadiga Crônica]. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/assuntos-especiais/s%C3%ADndrome-da-fadiga-cr%C3%B4nica/s%C3%ADndrome-da-fadiga-cr%C3%B4nica

 

 

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