GLÂNDULAS DE TYSON

Na aparência elas podem ser confundidas como verrugas genitais ou herpes. Mas na verdade, são pequenas bolinhas de cor branca que se formam ao redor da glande do pênis.

Quando há secreção abundante dessas Glândulas há formação do “esmegma”, que lembra uma “massa branca”.

Na maior parte da população masculina, elas são pouco desenvolvidas e quase não aparecem. Mas, para cerca de 8% a 12% dos homens, elas se tornam hipertrofiadas, ou aumentadas, sem qualquer razão específica, apenas por uma questão genética.

É importante salientar que o crescimento das glândulas de Tyson não remete ao aparecimento e uma doença, seja ela sexualmente transmissível, viral, bacteriana ou genética.

O fato de alguns deles desenvolverem algumas em maior tamanho, assemelhando-se a pequenas espinhas, é unicamente genético. Isso geralmente ocorre na adolescência, onde há maior variação homonal.

A grande questão é que essas glândulas são muitas vezes confundidas com lesões de HPV, os chamados condilomas.

Ter glândulas de Tyson é normal, não sendo considerada uma doença. Esta é uma alteração natural do corpo masculino, que em algumas pessoas, por questões pouco esclarecidas, elas podem hipertrofiar e se tornarem visíveis. Apesar de não ser uma doença, a sua aparência de doença sexualmente transmissível causa incômodo para muitos homens.

As glândulas aumentam de tamanho com a ereção, dando um aspecto menos atraente ao pênis masculino.

Apesar desse inconveniente, ter glândulas hipertróficas não trás nenhum prejuízo a saúde do homem. Essas Glândulas são normais em todos os homens. O que ocorre é que alguns pacientes se incomodam com o aspecto estético e preferem que elas sejam retiradas. Mas além da questão estética, não há motivo para ressecá-las.

Outra informação importante é que não há relatos científicos que confirmem que pomadas, chás e outras medicações caseiras resolvam o caso. Por isso existe a possibilidade de piora do quadro com irritação de toda pele e inchaço do pênis. O melhor é não tentar qualquer tratamento em casa.

A melhor forma de tratamento é sempre procurar um urologista que possa orientar o paciente e se for mesmo necessário, fazer uma cauterização com bisturi elétrico.

Este tratamento pode ser feito em consultório, requer apenas anestesia local e o paciente volta para casa após o tratamento, sem dores e outros inconvenientes. Apenas com orientações para a higiene local.

 



Com informações de: Blog Dr. Danilo Galante

 

 

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