FEBRE DO FENO

A febre do feno, também chamada de rinite alérgica, afeta a cavidade nasal e é causada por partículas de pólen.

Para ser mais preciso, a rinite alérgica é mais abrangente do que a febre do feno e pode ser causada por vários alérgenos diferentes. Pode-se sofrer de rinite alérgica se você é alérgico a poeira, por exemplo.

A febre do feno é uma forma de rinite alérgica causada por partículas de pólen. Ela pode ocorrer em diferentes épocas do ano, dependendo do tipo de pólen que você é alérgico.

Estes pólens podem vir de árvores (bétula, avelã…), de gramíneas (feno, tanchagem…) ou de outras plantas (urtiga, artemísia…).

Vale lembrar que pólens são as sementes que permitem a reprodução das plantas, e são principalmente veiculadas na primavera e no verão.

Assim, a febre do feno ocorre principalmente na primavera, verão e outono. Cada planta tem um período diferente de polinização.

Atualmente, nos países industrializados, uma em cada cinco indivíduos apresentam a febre do feno, o dobro do que era observado há 30 anos. Pesquisas realizadas na Europa apontam que neste continente de 10% a 25% da população entre 15 a 50 anos de idade sofrem com a Febre do Feno.


SINTOMAS

Os sintomas aparecem logo após o indivíduo entrar em contato com o alérgeno (pólen), sendo que a intensidade das manifestações clínicas varia de indivíduo para indivíduo e até no próprio indivíduo de acordo com o horário do dia, havendo exacerbação dos sintomas após despertar.

Dentre os sintomas mais comuns estão:

  • Tosse;
  • Espirro;
  • Congestão nasal;
  • Coriza;
  • Cefaleia;
  • Lacrimejamento ou vermelhidão dos olhos;
  • Coceira no nariz, olhos, garganta, pele, dentre outros locais;
  • Falta de ar;
  • Cansaço;
  • Dificuldade para dormir.

QUEM TEM MAIOR RISCO DE DESENVOLVER O PROBLEMA?

  • – Pessoas em risco de desenvolver a febre do feno ao longo da vida são:
  • – Pessoas que vivem em países industrializados;
  • – Pessoas que possuem pelo menos um dos pais que sofrem de uma alergia (febre do feno, eczema ou outras);
  • – Pessoas com idade entre 15 e 40 anos;
  • – Pessoas do sexo masculino.
  • – As crianças que já sofreram ou sofrem com alergia alimentar.

TRATAMENTO

O tratamento para os casos de Febre do Feno são similares aos utilizados para as Rinites Alérgicas, que variam desde o uso de antialérgicos e anti-histamínicos, para controlar os sintomas, até a imunoterapia, onde a pessoa recebe injeções de alérgeno para a dessensibilização do organismo do paciente.

Em casos mais graves, o médico pode receitar o uso de corticoides em forma de spray ou comprimidos.

Tratamentos alternativos, feitos com fitoterápicos também podem ser empregados.


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Com informações de: InfoEscola

https://www.infoescola.com/doencas/febre-do-feno/

 

 

 

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