CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE VITAMINA D NO CORPO

A deficiência de vitamina D é o resultado da ingestão insuficiente de vitamina D, de exposição insuficiente à radiação solar, de distúrbios que limitam a absorção dessa vitamina pelo corpo. 

A deficiência de vitamina D pode também decorrer de condições que interferem com a conversão da vitamina D em metabólitos ativos, entre as quais várias doenças do fígado, dos rins e doenças hereditárias. A deficiência impede correta mineralização dos ossos, o que pode causar doenças como o raquitismo em crianças ou osteoporose em adultos.

Especialistas recomendam que haja uma exposição sem protetor solar por 15 minutos diariamente, fora dos horários de sol a pino e uma alimentação saudável e balanceada, para que haja produção normal da vitamina no corpo.

Em casos especiais, que envolvam questões genéticas e deficiências de produção, síntese e mineralização, é recomendado o acompanhamento médico.

A falta de vitamina D pode levar ao surgimento de doenças, tais como:

  • – Fragilidade óssea, como a osteomalácia e o raquitismo.
  • – Asma: estudos demonstraram que a baixa taxa de vitamina D no organismo pode levar à asma.
  • -Artrite reumatoide: estudos demonstraram que a falta de vitamina D é fator de risco.
  • -Autismo: um estudo sueco descobriu que a falta de vitamina D está ligada ao nascimento de crianças com autismo.
  • – Pressão alta: até para controlar a famigerada hipertensão a vitamina que vem do sol é importante
  • – Osteoporose: a falta de vitamina D está ligada à osteoporose em idosos.
  • – Fraqueza muscular: os músculos precisam da vitamina para desempenhar suas funções. Com a falta delas, a fraqueza toma conta.
  • – Esquizofrenia: bebês que nasceram com baixa dose de vitamina D têm duas vezes mais chance de desenvolver esquizofrenia, mostrou um estudo australiano.
  • – Depressão: a falta da vitamina D durante a adolescência pode levar à depressão.
  • – Problemas cardiovasculares: quantidade insuficiente de vitamina D está ligada ao risco dobrado de doenças do coração, mostrou um estudo americano.


 

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