DONOVANOSE: GRANULOMA INGUINAL

A Donovanose é causada pela bactéria Klebsiella granulomatis. É uma IST crônica progressiva que acomete preferencialmente a pele e mucosas das regiões da genitália, da virilha e do ânus.

É caracterizada por causar úlceras e destruir a pele infectada. É pouco frequente, ocorrendo na maioria das vezes em climas tropicais e subtropicais.

É uma doença também chamada de Granuloma Inguinal que no Brasil é mais frequente no Norte e em pessoas com baixo nível socioeconômico e higiênico.

É uma IST extremamente rara em países desenvolvidos, mas ainda ocorre em Papua Nova Guiné, Austrália, África do Sul, Caribe e em partes do Brasil e da Índia. Continue lendo

FENILCETONÚRIA – O QUE É?

Fenilcetonúria (PKU) é uma doença congênita, genética e bem rara, na qual a pessoa nasce sem a capacidade de quebrar adequadamente moléculas de um aminoácido chamado fenilalanina. Uma pessoa com Fenilcetonúria nasce com a atividade prejudicada da enzima que processa fenilalanina em tirosina.

A doença é causada por uma mutação genética. É uma doença genética onde o pai e a mãe devem passar o gene defeituoso para que o bebê apresente a doença.

Os bebês com fenilcetonúria não possuem uma enzima chamada fenilalanina hidroxilase, necessária para quebrar fenilalanina, um aminoácido importante, pois é parte integral de todas as proteínas do nosso corpo. Continue lendo

CERATOCONE

O ceratocone é uma doença ocular que consiste numa alteração progressiva do formato da córnea (a camada transparente em frente da íris e da pupila), que a torna irregular e com a forma de um cone, o que piora a visão.

A doença geralmente começa entre os 10 e 25 anos de idade. Os dois olhos são sempre afetados, causando importantes alterações na visão e exigindo frequentes mudanças na prescrição de óculos ou lentes de contato em muitas pessoas. A causa é desconhecida mas as pessoas são mais propensas a contrair o ceratocone se tiverem um dos seguintes fatores: Continue lendo

O HIV É UM RETROVÍRUS?

O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus, um tipo de vírus que, como muitos outros, armazena suas informações genéticas como RNA e não como DNA (a maioria dos outros seres vivos usa DNA).

Quando o HIV entra em uma célula humana, ele libera o seu RNA, e uma enzima chamada transcriptase reversa faz uma cópia do DNA do RNA do HIV. O DNA do HIV resultante é integrado no DNA da célula infectada. Este processo é o reverso daquele usado pelas células humanas, que fazem uma cópia de RNA do DNA. Assim, o HIV é chamado um retrovírus, como referência ao processo reverso (para trás).

Outros vírus de RNA (como o da poliomielite, da gripe ou do sarampo), ao contrário dos retrovírus, não fazem cópias do DNA após invadirem as células. Eles simplesmente fazem cópias de RNA do seu RNA original.

Cada vez que a célula infectada pelo HIV se divide, ela faz uma nova cópia do DNA do HIV integrado, assim como seus próprios genes. A cópia do DNA do HIV é

·         Inativa (latente): o vírus está presente, mas não causa danos.

·         Ativada: o vírus assume as funções da célula infectada, fazendo com que esta produza e libere muitas cópias novas do HIV que acabam por invadir outras células.

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HIV – JANELA IMUNOLÓGICA

Sendo o HIV a sigla que determina o Vírus da Imunodeficiência Humana, agente responsável por causar a AIDS – Síndrome da Imunodeficiência Humana. Temos o HIV como o vírus responsável por infectar humanos, atacando principalmente os linfócitos T CD4+ e debilitando o sistema imunológico do infectado.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

O HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

Justamente pelo HIV ser um vírus que pode apresentar um período de incubação prolongado, que foi desenvolvido o termo Janela Imunológica para ele. Continue lendo

O QUE É TENESMO?

Tenesmo é o nome que se dá a falsa ou contínua sensação de evacuar.  Pode ser classificada como um sintoma de uma doença do sistema digestivo ou mesmo do sistema urinário e também pode ser classificada como uma doença, CID – 10. 

O tenesmo pode ser descrito na região urinária como a sensação dolorosa , continua e pouco produtiva de micção, chamada de tenesmo vesical, enquanto na região anal, há uma sensação de necessidade de defecar, acompanhadas de dor, cólicas e esforço.

O Tenesmo geralmente está associado a doenças inflamatórias do intestino, que podem ser causadas por condições infecciosas ou não infecciosas. As condições associadas ao tenesmo incluem: Continue lendo

CIRURGIAS NA PRÓSTATA CAUSAM IMPOTÊNCIA SEXUAL?

A maioria das cirurgias da próstata não causa impotência. No caso de pacientes operados para tratamento de doenças benignas, a probabilidade de impotência é praticamente nula.

No caso de pacientes operados por câncer de próstata, o risco de impotência varia de 30 a 100%, dependendo do caso (estágio da doença, tamanho do tumor, estado da função sexual antes da operação, idade).

É importante salientar que nem todo tratamento para câncer de próstata causa alterações na vida sexual do homem.

A cirurgia que verdadeiramente traz um impacto maior nessa área é a prostatectomia radical. Cirurgias menores como a RTU conhecida como “raspagem”, raramente trazem alguma mudança na vida sexual. Continue lendo