BEBÊS PODEM TER PIOLHO?

A pediculose (piolho) é uma doença parasitária causada por um parasita sugador de sangue que vive na pele e na superfície de cabelos outros pelos. O piolho vive agarrado aos fios de cabelos e se reproduz muito facilmente, produzindo muitos pontinhos brancos (lêndeas) que são os ovos do parasita.

Apesar de incomum, pode acontecer de um bebê ter piolho, especialmente quando a criança frequenta creche ou berçário, ou tem algum irmão pequeno que vai à escola.

Isso porque a transmissão se dá pelo contato direto com alguém que esteja infestado pelo o parasita ou mesmo ter contato com utensílios que possam armazenar os ovos do piolho, esse pode levar a infecção do bebê.


PREVENÇÃO

A única forma de se prevenir os piolhos é a observação frequente, que deve ser redobrada ao receber um aviso de casos na escola. Se alguém na casa pegar piolhos é importante também observar os outros membros da família, o que inclui os próprios pais.

Os médicos lembram ainda que não há uma estação do ano onde os piolhos se manifestem mais, mesmo que muitos tenham a impressão de que no inverno há um número maior de ocorrências.


TRATAMENTO

Para saber se o seu filho está com piolho, além da visualização do próprio piolho e das lêndeas, coceira constante e uma área de descamação atrás da nuca, ou das orelhas, costumam ser os sinais mais frequentes. Porém, como bebês não se coçam, vale ficar atento à irritabilidade, que é a principal pista de que algo está errado.

Bebês com piolho costumam tentar se esfregar contra o travesseiro ou no peito dos pais.

A vermelhidão do couro cabeludo também pode ser um indicativo de piolho.

Os primeiros sintomas podem surgir de 6 a 10 dias após a exposição ao piolho. A partir dos 2 anos, o tratamento costuma ser tópico, ou até mesmo oral, o que vai depender do nível de infestação e do peso da criança.

Nos bebês, ressaltam os médicos, o cuidado é sempre tópico e indicado por um pediatra ou dermatologista.  Porque a pele do bebê ainda é muito fina e ele não tem o organismo preparado para receber qualquer tipo de medicação ou mesmo tratamentos tópicos caseiros.

Geralmente, além do medicamento, o médico indica que se passe o pente fino de forma delicada e com muito cuidado nos cabelos da criança. O corte, muito comum no passado, só é indicado como último recurso, ainda assim, com ressalvas, como nunca passar máquina na cabeça de uma criança de meses.

Trocar e lavar a roupa de cama do bebê todos os dias também é essencial para o sucesso do tratamento, bem como observar sofás e outros ambientes frequentados pelo seu filho.

 



Com informações de: REVISTA CRESCER

 

 

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