REDUÇÃO DO HIV LATENTE NO CORPO COM USO DE CÉLULAS TRONCO

Cientistas espanhóis descobriram enormes reduções nos reservatórios do HIV-1 (Vírus da Imunodeficiência Humana) de cinco pacientes que foram submetidos a tratamento com transplante de células-tronco, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Annals of Internal Medicine.

Os reservatórios latentes de HIV são as células do corpo onde o HIV é capaz de persistir mesmo quando os pacientes estão em terapia antirretroviral. Se alguém diagnosticado com HIV não tomar a medicação, a quantidade de HIV no corpo (chamada carga viral) aumentará. Embora os medicamentos possam suprimir as cargas virais, eles não podem eliminar completamente os reservatórios latentes do HIV. Continue lendo

MENOPAUSA E INSÔNIA

O climatério é definido pela Organização Mundial da Saúde como uma fase biológica da vida e não um processo patológico, que compreende a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo da vida da mulher. A menopausa é um marco dessa fase, correspondendo ao último ciclo menstrual, somente reconhecida depois de passados 12 meses da sua ocorrência e acontece geralmente em torno dos 48 aos 50 anos de idade.

O climatério não é uma doença e sim uma fase natural da vida da mulher e muitas passam por ela sem queixas ou necessidade de medicamentos. Outras têm sintomas que variam na sua diversidade e intensidade. No entanto, em ambos os casos, é fundamental que haja, nessa fase da vida, um acompanhamento sistemático visando à promoção da saúde, o diagnóstico precoce, o tratamento imediato dos agravos e a prevenção de danos. Continue lendo

COLESTEROL E GRAVIDEZ

As preocupações que surgem em uma mulher quando ela descobre que está grávida não são poucas. As dúvidas aparecem de todo lugar, sobre a aparência, sobre a alimentação, sobre exercícios físicos e principalmente sobre a saúde, como é o caso de dúvidas sobre colesterol alto nesta fase.

Muitas mulheres ficam em dúvida sobre quais são as consequências do colesterol alto na gravidez, no que isso pode afetar o feto ou ela mesma durante esses nove meses.

Todos nos sabemos que colesterol alto não é um bom sinal e que alguns cuidados precisam ser tomados, mas na gravidez isso pode ser até mesmo considerado normal. Porém, se os números ultrapassarem dos limites, o cuidados precisam ser ainda maiores para que não haja nenhum tipo de complicação. Continue lendo

CÓLICA MENSTRUAL: DISMENORRÉIA

O termo dismenorréia é derivado do grego e significa fluxo menstrual difícil. A dismenorréia é caracterizada por dor tipo cólica que se manifesta antes e/ou durante o período menstrual. Essa cólica habitualmente se inicia no abdômen inferior e às vezes também é descrita como sensação de peso no baixo ventre.

A dor geralmente é mais intensa no primeiro dia da menstruação e, em mais de 50% dos casos, é acompanhada por outros sintomas como náuseas, vômitos, palidez, dor de cabeça, diarréia, tontura e desmaio.

Acredita-se que cerca de 50% a 90% das mulheres apresentem cólica menstrual em algum momento de suas vidas, sendo que 10% das pacientes tornam-se incapazes de desenvolver suas atividades habituais em decorrência da dor. Continue lendo

MITOS SOBRE SÍFILIS

A sífilis é uma enfermidade sistêmica, exclusiva do ser humano, conhecida desde o século XV, e seu estudo ocupa todas as especialidades médicas.

Tem como principal via de transmissão o contato sexual, seguido pela transmissão vertical para o feto durante o período de gestação de uma mãe com sífilis não tratada ou tratada inadequadamente. Também pode ser transmitida por transfusão sanguínea.

A apresentação dos sinais e sintomas da doença é muito variável e complexa. Quando não tratada, evolui para formas mais graves, podendo comprometer o sistema nervoso, o aparelho cardiovascular, o aparelho respiratório e o aparelho gastrointestinal.

Embora o tratamento com penicilina seja muito eficaz nas fases iniciais da doença, métodos de prevenção devem ser implementados, pois adquirir sífilis expõe as pessoas a um risco aumentado para outras IST’s, inclusive a Aids. Continue lendo

DENGUE X DENGUE HEMORRÁGICA: QUAL A DIFERENÇA?

Ambas as formas da Dengue são causadas pelo mesmo vírus, transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti.

A chamada dengue clássica na maioria dos casos não apresenta grandes problemas além de febre e dores, pois os próprios glóbulos brancos, nossas células de defesa, são capazes de eliminar a virose.

Já a dengue hemorrágica pode até matar e, com raríssimas exceções, só ocorre nos casos reincidentes da doença. Isso porque existem quatro tipos diferentes do vírus da dengue: quem é infectado por um deles desenvolve anticorpos permanentes contra esse tipo específico, mas continua vulnerável aos demais. Se surge uma segunda contaminação, a doença torna-se muito mais violenta, acompanhada de uma produção anormal de anticorpos. Continue lendo