SÍNDROME DA FADIGA CRÔNICA – DIAGNÓSTICO

Não há análises laboratoriais que confirmem o diagnóstico da síndrome da fadiga crônica. Portanto, os médicos precisam descartar outras doenças que podem causar sintomas semelhantes. Às vezes, os médicos realizam testes para descartar distúrbios como anemia, anormalidades de eletrólitos, insuficiência renal, distúrbios inflamatórios (como artrite reumatoide) ou distúrbios da tireoide ou das glândulas adrenais.

O diagnóstico da síndrome da fadiga crônica só é feito se não se encontrar qualquer outra causa, incluindo os efeitos colaterais dos medicamentos, que explique a fadiga e os demais sintomas. Continue lendo

SÍNDROME DA FADIGA CÔNICA

A síndrome da fadiga cônica é uma doença que trás fadiga duradoura, grave e incapacitante, sem causa física ou psicológica comprovada e sem a presença de alterações objetivas nos exames físicos ou de laboratório. 

Embora até 25% das pessoas relatem sentir-se cronicamente cansadas (Fadiga), apenas 0,5% das pessoas (1 em 200) apresenta a síndrome da fadiga crônica (SFC). A síndrome da fadiga crônica afeta principalmente pessoas entre os 20 e os 50 anos de idade e é mais comum entre mulheres jovens e na meia-idade do que em homens, embora ocorra em pessoas de todas as idades, incluindo crianças. As pessoas com síndrome da fadiga crônica apresentam sintomas reais e frequentemente incapacitantes.

A síndrome da fadiga crônica não é o mesmo que fingir ter sintomas (um distúrbio conhecido como simulação de doença). Continue lendo

O HIV É UM RETROVÍRUS?

O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus, um tipo de vírus que, como muitos outros, armazena suas informações genéticas como RNA e não como DNA (a maioria dos outros seres vivos usa DNA).

Quando o HIV entra em uma célula humana, ele libera o seu RNA, e uma enzima chamada transcriptase reversa faz uma cópia do DNA do RNA do HIV. O DNA do HIV resultante é integrado no DNA da célula infectada. Este processo é o reverso daquele usado pelas células humanas, que fazem uma cópia de RNA do DNA. Assim, o HIV é chamado um retrovírus, como referência ao processo reverso (para trás).

Outros vírus de RNA (como o da poliomielite, da gripe ou do sarampo), ao contrário dos retrovírus, não fazem cópias do DNA após invadirem as células. Eles simplesmente fazem cópias de RNA do seu RNA original.

Cada vez que a célula infectada pelo HIV se divide, ela faz uma nova cópia do DNA do HIV integrado, assim como seus próprios genes. A cópia do DNA do HIV é

·         Inativa (latente): o vírus está presente, mas não causa danos.

·         Ativada: o vírus assume as funções da célula infectada, fazendo com que esta produza e libere muitas cópias novas do HIV que acabam por invadir outras células.

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FORMAS DE TRANSMISSÃO DO HIV

O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) é o agente causal da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS). A AIDS é o estado mais avançado da infecção e se estabelece quando o HIV já destruiu o sistema imunológico (de defesa) da pessoa portadora do vírus.

Quando a transmissão do vírus, somente em secreções como sangue, esperma, secreção vaginal e leite materno, o vírus aparece em quantidade suficiente para causar a moléstia. Para haver a transmissão, o líquido contaminado de uma pessoa tem que penetrar no organismo de outra.

São considerados fluidos corporais não infectantes: saliva, urina, lágrimas, fezes e suor. Esclarecemos que a saliva, urina, e lágrimas não contém quantidade de HIV suficiente para infectar outra pessoa, independentemente da forma que a pessoa entre em contato com esses fluidos. Logo, não são fluidos capazes de transmitir o HIV. Continue lendo

CÂNCER DE TESTÍCULO: TIPOS

A maioria dos cânceres testiculares se desenvolve em homens com menos de 40 anos. É um dos cânceres mais comuns em jovens, se desenvolve em quase 8.000 homens a cada ano e causando cerca de 400 mortes. 

O câncer testicular é mais comum entre os jovens até 20-25 anos e é normalmente curável se houver tratamento adequado e nenhuma interrupção.

Os testículos são constituídos por vários tipos de células, e cada uma pode se desenvolver em um ou mais tipos de câncer. É importante distinguir estes tipos de cânceres, pois eles diferem na forma como serão tratados assim como no seu prognóstico.

Os principais tipos de câncer de testículo são: Continue lendo

MENINGITE BACTERIANA AGUDA

A meningite bacteriana aguda (MBA) é uma emergência infecciosa com alta incidência em crianças.  Toda criança que apresente febre com sinais e sintomas de doença do sistema nervoso central (SNC), como alteração do estado mental ou qualquer evidência de disfunção neurológica, deve obrigatoriamente ser investigada quanto a infecção do SNC como diagnóstico inicial.

A etiologia da meningite bacteriana aguda dependerá da idade, do estado imune e da epidemiologia. Entretanto, apesar dos diferentes agentes, os quadros clínicos são semelhantes. Continue lendo

CETOCONAZOL COMPRIMIDOS – CARACTÉRISTICAS FARMACOLÓGICAS

Fármaco antimicótico e antifúngico, o cetoconazol é um derivado do imidazol, usado atualmente principalmente nas formas tópica, como gel, creme e shampoo. Sua forma oral existe, porém é mais tóxica que outros antifúngicos.

Devido ao risco de toxicidade hepática grave, cetoconazol comprimido deve ser utilizado apenas se os benefícios potenciais forem considerados superiores aos potenciais riscos, considerando outras terapias antifúngicas eficazes.

O cetoconazol comprimido está indicado para o tratamento das seguintes infecções fúngicas sistêmicas, blastomicose, coccidioidomicose, histoplasmose, cromomicose, e paracoccidioidomicose, em pacientes que apresentaram falha ou intolerância a outras terapias. Continue lendo